domingo, 12 de março de 2017

A VERDADE DE DEUS

Toda a força do cristão está no amor do Pai, que sabemos ser onipresente, onisciente e magnânimo, e mostra o quanto devemos procurar e buscar em nós mesmos a resignação pelas nossas dificuldades e as adversidades que nos são apresentadas pelo mundo, e, igualmente, obter e implantar no coração, o amor divino que alicerçará a compaixão pelo próximo e a realização da caridade pura, auxiliando dentro das nossas possibilidades, a todos que nos rodeiam, e, que, inclusive, àqueles que nos façam algum mal.
Toda a verdade nos será apresentada através do conhecimento. Mas, o quê seria conhecimento? No evangelho de Lucas 1:34 – “Como se fará isso, uma vez que não conheço varão?” Ora, Maria já estava prometida a José, é claro que ela o conhecia, mas o entendimento que fazemos desta expressão é “ter intimidade”, portanto, concluímos que o conhecimento requer intimidade de alguma coisa, “e a verdade vos libertará” (João 8:32). O quê nos libertará? A verdade, que é a palavra do Senhor, Nosso Deus e Pai. (João 17:17). Mas, necessitamos de algo mais, nos leva a refletir o que Jesus nos expõe quando foi questionado por Pilatos – “Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (João 18:37). Donde concluímos que não basta só conhecer a verdade, precisamos estar na verdade, necessitamos deixar a verdade do Senhor agir sobre nós, para que assim possamos ouví-lo e entendê-lo na plenitude do nosso ser espiritual.
Compaixão e caridade são duas consequências da busca do conhecimento da verdade. Aquele que passa a conhecer suas próprias fraquezas e busca melhorá-las até suprimi-las, terá condições de compreender o próximo que ainda não atingiu as qualidades minímas necessárias de também melhorar-se.
É a mais pura verdade que na atualidade as pessoas estão sempre se aproximando das outras somente por interesses pessoais ou querendo ganhar algo em troca. Somos totalmente imperfeitos e cegos diante das oportunidades que Deus nos coloca para darmos um rumo certo e obter a salvação.
As situações mais distintas que nos são apresentadas, a nós, crentes, não nos sensibilizamos para abraçar de corpo e alma as possibilidades divinas para a nossa aproximação com Deus. Se fomos criados à imagem e semelhança do Criador, que é tão somente amor, somos também plenamente amor, e devemos buscar sempre a performace de aplicabilidade deste amor in natura que existe dentro de cada um de nós, as vezes de modo tão tímido, e as vezes de maneira tão extrovertida e transparente.
Amados irmãos, tudo que aqui foi dito nos faz refletir como devemos agir diante daqueles irmãos crentes e não-crentes que estão tão necessidados de ajuda. Diz-nos como Jesus quer que façamos diante do nosso próximo quando este estiver em situação triste, melancólico, sofrido. Atitudes de elevada ação cristã, demonstrando total interesse de querer ajudá-lo sem estar pensando em retribuição ou mesmo desfrutar de alguma regalia ou premiação divina, é o que é esperado por Deus, Nosso Pai Celestial.
Fiquem todos na Paz do Altíssimo Senhor Jesus e nas benção do Espírito Santo de Deus,Pai e Criador de todos nós. Amém?

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