Muitos podem achar essa pergunta absurda e truculenta vindo de um crente recém convertido como eu, mas ela tem muito a ver com a realidade de muitos que agora estão passando por diversas dificuldades e com problemas dos mais difíceis. Algumas pessoas podem estar pensando agora se Deus está mesmo agindo a favor delas ou não, pois diante de tantas situações adversas vividas por eles, percebem que nada mudou ou que nada tem adiantado orar a Deus pedindo por ajuda expressiva.
Aqui, meus irmãos e irmãs, precisamos exercer a fé e as práticas espirituais. Jesus nos mandou orar e vigiar: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mateus 26:41). Isso pressupõe fé e intimidade com Deus. Duas coisas aparentemente simples, mas de muita complexidade e perseverança. Precisamos de muita dedicação e oração diária para que possamos ser ouvidos por Deus. Só assim Ele poderá agir nos ajudando a suportar, a encontrar saídas e soluções para os nossos problemas e tentações. Contudo, não devemos jogar tudo nas mãos de Deus e ficar só na espera, achando que, como um passo de mágica, tudo que estava empatando a nossa felicidade seja resolvido e jogado na lata do lixo. Não é bem assim.
A palavra nos revela com bastante clareza a ação de Deus frente as tentações, que sempre nos são apresentadas pelo senhor do mundo, o nosso principal inimigo: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (1 Coríntios 10.13). Meus amados, podemos perceber que Deus nos concede o sofrer que podemos suportar e que não sejamos totalmente prejudicados por isso, mas sim que possamos vencê-lo.
O pior de todos os erros é acharmos que Deus tem toda a responsabilidade em estar sempre nos salvando de nossas próprias enrascadas. Mas não é mesmo. Ele tem promessas com todos nós, ele fez alianças com seus filhos e será sempre fiel a isso. No entanto, não podemos achar que só indo ao culto uma vez por semana, ou fazendo a oração do Pai Nosso, que mal conseguem entender a sua real essência, podemos estar cobrando a solução divina para todos os nossos problemas. Isso não. Temos um grande, asqueroso e covarde inimigo, com o qual devemos estar atentos para coibir toda e qualquer ação dele que venha nos prejudicar: “Estejam alertas e vigiem. O Diabo, o inimigo de vocês, anda ao redor como leão, rugindo e procurando a quem possa devorar. Resistam-lhe, permanecendo firmes na fé, sabendo que os irmãos que vocês têm em todo o mundo estão passando pelos mesmos sofrimentos” (1 Pedro 5:8-9).
Muitos de nossos irmãos neste exato momento estão passando pelas mesmas dificuldades, ou até mesmo piores do que estamos agora passando. Não podemos achar que somos exclusivos nesse sofrimento. Então, não podemos achar que temos Deus com exclusividade e servo de nossos desejos pequenos. Tenham intimidade com o Senhor. Procurem ter essa intimidade com o Criador através das orações solitárias, silenciosas e em um ambiente que esteja somente você e Ele: “Dediquem-se à oração, estejam alerta e sejam agradecidos”
(Colossenses 4:2). A fidelidade de Deus está na relação direta de suas ações e da intimidade construída com base no seu conhecimento da palavra e das promessas que o Todo Poderoso fez com os seus amados filhos.
Meus amados e queridos irmãos e irmãs, para podemos encerrar e concluir com o estudo pelo qual nos propusemos realizar ao fazer essa instigante pergunta, devemos citar um texto da Bíblia que resume os propósitos de Deus e suas reais consequências: “Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade por mil gerações daqueles que o amam e obedecem aos seus mandamentos. Mas àqueles que o desprezam, retribuirá com destruição; ele não demora em retribuir àqueles que o desprezam” (Deuteronômio 7:9-10). O que devemos e o que não devemos fazer para obter a total fidelidade de Deus? Para podermos possuir a fidelidade divina devemos amar, obedecer e temer a Deus, compreendendo e realizando os seus mandamentos e preceitos. A única coisa que não devemos fazer é desprezar a sua palavra e a sua capacidade de retribuir esse desprezo através da nossa própria destruição espiritual e carnal.
A todos os irmãos e irmãs desejamos que a Luz e a Paz do Senhor Jesus estejam sempre com todos e as bênçãos do Espírito Santos de Deus possam está orientando para uma maior intimidade com o Criador e assim obter a sua fidelidade. Amém?
segunda-feira, 29 de maio de 2017
quinta-feira, 18 de maio de 2017
POR QUE SERÁ QUE DEUS TEVE MÃE?
Começo dando os meus mais sinceros parabéns à todas as mamães do mundo, não pelo seu dia especifico, porque a elas são destinados todos os dias de nossas vidas, mas sim pela beleza, pela força e formosura que é a dadiva maternal, e na pessoa da minha mãe – D. Carminha – eu abraço e beijo a todas elas.
Essa é uma instigante pergunta amados irmãos e irmãs. E para poder responder com seriedade e respeito me apeguei ao Espírito Santo de Deus para me dar luz e a orientação corretas para que eu não cometesse absurdos religiosos ou críticas desveladas a uma pessoa que foi realmente importante na vida do Nosso Senhor, sua mãe Maria. Eu não irei aqui me ater a falar da divindade de Maria, muito pelo contrário, porque tá mais do que provado que ela foi apenas e tão somente um vaso que fora utilizado para os interesses divinos do Pai. Refiro-me aqui à mulher com o seu dever maternal, que fora escolhida pelo Altíssimo para ser a mãe daquele que viria ser o maior de todos os homens, o Messias das profecias – Jesus – o Cristo.
Quero aqui ressaltar um assunto mui importante e que gera as mais calorosas discussões religiosas. Não podemos negar nada que a Bíblia afirma sobre Maria, mas não devemos – sob pena de cometermos irracionalidade dos fatos – criar ou aceitar doutrinas humanas sobre a mãe de Jesus. Pois, como bem nos disse Paulo, “não ultrapassem o que está escrito” (1 Co. 4:6).
Com todo o respeito que o povo católico merece, devemos encarar de forma racional que eles confundem o fato de Maria ter sido apenas o vaso pelo qual Jesus Cristo Se encarnou e, que diante disso, acreditam que ela se tornou a “mãe de Deus” – o dogma de "Theotokos" – uma doutrina que não se encontra na Bíblia. E ela se torna um grande absurdo se considerarmos as próprias palavras de Maria: “Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, pois atentou para a humildade da sua serva. De agora em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor; santo é o seu nome” (Lucas 1:46-49). Ela afirma que as gerações futuras a chamarão de bem-aventurada (e tão somente isso) pelo exclusivo divino convite recebido do Todo Poderoso para ser a progenitora do Cristo e nela grandes coisas Ele fez, fazer gerar um filho, pela ação do Espírito Santo (Lc. 1:35).
Amadíssimos, não seria muito mais fácil para o Criador simplesmente fazer com que seu filho surgisse tal qual o exterminador do futuro no filme homônimo? Lógico que sim. Deus é o Criador de tudo e de todos. Ele poderia fazê-lo perfeitamente. Mas, se já foi difícil o povo judeu acreditar em Jesus, na forma natural de como ele veio ao mundo, imaginem se fosse de uma maneira mística e sobrenatural?
Jesus precisava de todos os requisitos para que ele fosse aceito normalmente e não alardear sua tão esperada e desejada chegada como o Messias dos judeus. Como todo e qualquer ser humano que nasce de um ventre ele precisava que uma mulher fosse usada para que ele assim viesse ao mundo. De acordo com as profecias o Cristo seria da casa de Davi, ou seja, ele seria descendente do rei Davi. Contudo, Maria não tinha raiz genealógica real, mas José – o seu prometido noivo – possuía, e assim seria feito se cumprir as profecias. Arranjado isso, Maria, através do Espírito Santo teve a concepção do Santo, filho de Deus. “Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mateus 1:18). Todo o processo de gestação aconteceu de forma natural e, assim sendo, passaram-se os meses decorrentes para o nascimento do Cristo. E, de tal modo, aconteceu.
Posso imaginar amadíssimos, que o menino Jesus tenha sido muito bem cuidado pela mãe escolhida por Deus. Como ele era uma criança normal, com certeza ele pode ter tido alguns daqueles probleminhas casuais de criança e, lógico, ele teve o devido tratamento e total atenção maternal de Maria. O menino deve ter chorado e por ela foi acalentado; deve ter recebido pancadas em possíveis quedas e por ela foram massageadas; ele sentiu fome e por ela foi alimentado; sentiu frio e por ela fora coberto; enfim, Jesus crescia com a atenção de seu Pai – o Todo Poderoso – assimilando com sabedoria todos os seus preceitos e mandamentos, e aqui na terra, ele tinha o acompanhamento e as orientações de sua mãe para as mais diversas situações humanas. Pois Jesus não poderia transparecer algo que não significasse normal aos olhos de todos que ali viviam, sem que não estivesse chagado a sua hora.
Caríssimos irmãos e irmãs, tudo foi previamente arrumado no plano espiritual para que Jesus viesse ao mundo – como filho de Deus – não poderia simplesmente surgir como uma entidade sobrenatural, mas sim, como uma pessoa normal. Aqui se mostra o poder de Deus. E não tem coisa mais natural do que uma criança, um ser humano, ter uma mãe, mesmo sendo gerado pelo Espírito Santo; nascido de uma virgem; criado por uma mãe atenciosa e carinhosa e chorado em seu momento de morte, como assim o fez Maria. E aquele que é a Palavra e que tornou-se carne, aqui na terra feito homem, precisava sim de uma mãe e assim fez o Pai, escolheu Maria entre muitas existentes na Judeia e ela cumpriu o seu papel condignamente, como bem nos mostra as Escrituras Sagradas e viveu seus dias como uma mulher normal, tendo uma vida normal ao lado do esposo José, constituindo uma família normal com filhos, como nos diz o Evangelho: “Não é este o filho do carpinteiro? O nome de sua mãe não é Maria, e não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?” (Mateus 13:55). Maria não permaneceu virgem, ela e José conceberam filhos pelos métodos normais de procriação, a Bíblia não inventa, ela diz a verdade dos fatos.
A todos desejo que a Luz Divina e a Graça de Jesus os acompanhe sempre e que as Bênçãos do Espírito Santo de Deus possam fazer com que os seus corações demonstrem amor às suas mães todos os dias de suas vidas. Amém?
Essa é uma instigante pergunta amados irmãos e irmãs. E para poder responder com seriedade e respeito me apeguei ao Espírito Santo de Deus para me dar luz e a orientação corretas para que eu não cometesse absurdos religiosos ou críticas desveladas a uma pessoa que foi realmente importante na vida do Nosso Senhor, sua mãe Maria. Eu não irei aqui me ater a falar da divindade de Maria, muito pelo contrário, porque tá mais do que provado que ela foi apenas e tão somente um vaso que fora utilizado para os interesses divinos do Pai. Refiro-me aqui à mulher com o seu dever maternal, que fora escolhida pelo Altíssimo para ser a mãe daquele que viria ser o maior de todos os homens, o Messias das profecias – Jesus – o Cristo.
Quero aqui ressaltar um assunto mui importante e que gera as mais calorosas discussões religiosas. Não podemos negar nada que a Bíblia afirma sobre Maria, mas não devemos – sob pena de cometermos irracionalidade dos fatos – criar ou aceitar doutrinas humanas sobre a mãe de Jesus. Pois, como bem nos disse Paulo, “não ultrapassem o que está escrito” (1 Co. 4:6).
Com todo o respeito que o povo católico merece, devemos encarar de forma racional que eles confundem o fato de Maria ter sido apenas o vaso pelo qual Jesus Cristo Se encarnou e, que diante disso, acreditam que ela se tornou a “mãe de Deus” – o dogma de "Theotokos" – uma doutrina que não se encontra na Bíblia. E ela se torna um grande absurdo se considerarmos as próprias palavras de Maria: “Minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, pois atentou para a humildade da sua serva. De agora em diante, todas as gerações me chamarão bem-aventurada, pois o Poderoso fez grandes coisas em meu favor; santo é o seu nome” (Lucas 1:46-49). Ela afirma que as gerações futuras a chamarão de bem-aventurada (e tão somente isso) pelo exclusivo divino convite recebido do Todo Poderoso para ser a progenitora do Cristo e nela grandes coisas Ele fez, fazer gerar um filho, pela ação do Espírito Santo (Lc. 1:35).
Amadíssimos, não seria muito mais fácil para o Criador simplesmente fazer com que seu filho surgisse tal qual o exterminador do futuro no filme homônimo? Lógico que sim. Deus é o Criador de tudo e de todos. Ele poderia fazê-lo perfeitamente. Mas, se já foi difícil o povo judeu acreditar em Jesus, na forma natural de como ele veio ao mundo, imaginem se fosse de uma maneira mística e sobrenatural?
Jesus precisava de todos os requisitos para que ele fosse aceito normalmente e não alardear sua tão esperada e desejada chegada como o Messias dos judeus. Como todo e qualquer ser humano que nasce de um ventre ele precisava que uma mulher fosse usada para que ele assim viesse ao mundo. De acordo com as profecias o Cristo seria da casa de Davi, ou seja, ele seria descendente do rei Davi. Contudo, Maria não tinha raiz genealógica real, mas José – o seu prometido noivo – possuía, e assim seria feito se cumprir as profecias. Arranjado isso, Maria, através do Espírito Santo teve a concepção do Santo, filho de Deus. “Foi assim o nascimento de Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, mas, antes que se unissem, achou-se grávida pelo Espírito Santo” (Mateus 1:18). Todo o processo de gestação aconteceu de forma natural e, assim sendo, passaram-se os meses decorrentes para o nascimento do Cristo. E, de tal modo, aconteceu.
Posso imaginar amadíssimos, que o menino Jesus tenha sido muito bem cuidado pela mãe escolhida por Deus. Como ele era uma criança normal, com certeza ele pode ter tido alguns daqueles probleminhas casuais de criança e, lógico, ele teve o devido tratamento e total atenção maternal de Maria. O menino deve ter chorado e por ela foi acalentado; deve ter recebido pancadas em possíveis quedas e por ela foram massageadas; ele sentiu fome e por ela foi alimentado; sentiu frio e por ela fora coberto; enfim, Jesus crescia com a atenção de seu Pai – o Todo Poderoso – assimilando com sabedoria todos os seus preceitos e mandamentos, e aqui na terra, ele tinha o acompanhamento e as orientações de sua mãe para as mais diversas situações humanas. Pois Jesus não poderia transparecer algo que não significasse normal aos olhos de todos que ali viviam, sem que não estivesse chagado a sua hora.
Caríssimos irmãos e irmãs, tudo foi previamente arrumado no plano espiritual para que Jesus viesse ao mundo – como filho de Deus – não poderia simplesmente surgir como uma entidade sobrenatural, mas sim, como uma pessoa normal. Aqui se mostra o poder de Deus. E não tem coisa mais natural do que uma criança, um ser humano, ter uma mãe, mesmo sendo gerado pelo Espírito Santo; nascido de uma virgem; criado por uma mãe atenciosa e carinhosa e chorado em seu momento de morte, como assim o fez Maria. E aquele que é a Palavra e que tornou-se carne, aqui na terra feito homem, precisava sim de uma mãe e assim fez o Pai, escolheu Maria entre muitas existentes na Judeia e ela cumpriu o seu papel condignamente, como bem nos mostra as Escrituras Sagradas e viveu seus dias como uma mulher normal, tendo uma vida normal ao lado do esposo José, constituindo uma família normal com filhos, como nos diz o Evangelho: “Não é este o filho do carpinteiro? O nome de sua mãe não é Maria, e não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?” (Mateus 13:55). Maria não permaneceu virgem, ela e José conceberam filhos pelos métodos normais de procriação, a Bíblia não inventa, ela diz a verdade dos fatos.
A todos desejo que a Luz Divina e a Graça de Jesus os acompanhe sempre e que as Bênçãos do Espírito Santo de Deus possam fazer com que os seus corações demonstrem amor às suas mães todos os dias de suas vidas. Amém?
sexta-feira, 12 de maio de 2017
SE TENS PROBLEMAS, DEUS TÊM AS SOLUÇÕES
Amados irmãos e irmãs, quem hoje não se encontra atolado em problemas? São por vezes enormes ou pequenos, simples ou complexos, mas para todo tipo de dificuldades nós, com certeza, teremos soluções, as vezes rápidas ou muitas vezes demoradas. Quem pode nos trazer essas soluções? Como poderemos obter essas soluções? Essas soluções nos ajudarão de que forma? Percebam caríssimos, que essas indagações são feitas constantemente por quem já está ou acaba de entrar no clube dos problemáticos, afim de tentar começar a solucionar os problemas surgidos por consequências das mais diversas.
Temos problemas financeiros, familiar, de saúde, de trabalho, pessoais, românticos, com as drogas, enfim, problemas dos mais diversos que nos farão ficar extremamente preocupados ou não. Mas, o fato, é que esses problemas têm uma origem e precisam ser solucionados dentro de um prazo satisfatório a todos os envolvidos. Podemos perceber disso tudo uma coisa, a nossa vida sempre foi e sempre será movida por dificuldades a serem ultrapassadas de uma forma ou de outra. Esses problemas podem nos trazer dissabores, insônia, perturbação, depressão e outras mazelas preocupantes, que nos deixa fracos e sem chão em muitas ocasiões.
O homem, desde os primórdios da criação, vem vivendo com as dificuldades e as adversidades numa constante só. Mas, lhes pergunto amadíssimos, será que o homem tem como viver sem problemas na vida? Com certeza que sim. A bíblia nos diz que se temermos a Deus poderemos descansar em paz e livres de problemas (Pv. 19:23). No entanto, essa expressão de estar livre de problemas, não quer dizer que só pelo fato de conduzir as nossas vidas pelo temor a Deus, teríamos os nossos problemas apagados como um passe de mágica. Com certeza que não. Isso quer dizer que teríamos uma postura mais positiva, e pela força da fé poderíamos ter energias extras para enfrenta-los com coragem e determinação na busca de soluções.
Caríssimos, os problemas não se vão da mesma forma que eles surgem em nossas vidas. Temos que entender que eles podem ser considerados como tempero para dar sabor em nossas vidas. Não estou dizendo aqui que todos os problemas devem ser considerados assim, mas, podemos encará-los como escadas para galgarmos o nosso sucesso subindo vez por vez cada degrau. "No entanto, o homem nasce para as dificuldades tão certamente como as fagulhas voam para cima" (Jó 5:7). Podemos dizer que essa citação é um fato interessante. Mas, posso garantir que não nos são dadas angústias maiores do que realmente podemos suportar leva-las.
Deus é Pai. E como todo bom pai quer que seus filhos sejam disciplinados. Isso é errado? A indisciplina pode trazer transtornos para quem a usa? As respostas seriam: NÃO para a primeira e SIM para a segunda. Vamos explicar. Não é errado um pai querer fazer com que os seus filhos fiquem vigilantes contra as intempéries que a vida traz. Ele sempre deseja que a atenção esteja sempre presente e alerta para poder enfrentar de forma dura e efetiva qualquer adversidade que surja pelo caminho. "Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai?" (Hebreus 12:7) – Deus apenas deseja que seus filhos tolerem de forma resignada todas as adversidades que lhes surjam pela caminhada da vida e assim aprender de forma disciplinada como os mandamentos do Senhor podem ajuda-los a encontrar as soluções para os problemas. Nós sabemos que a indisciplina traz o pecado e que o salário do pecado é a morte do espírito. Logicamente, que isso ninguém quer, mas estão sempre no caminho das trevas traçados pelo inimigo.
Todo problema tem sua solução, isso é fato. Devemos agir procurando através da fé a busca pela luz e força divina para acertar as escolhas a serem feitas de forma correta, portanto, “se você assim fizer, e, se assim Deus ordenar, você será capaz de suportar as dificuldades” (Êxodo 18:23). Dificuldades essas que servem para nos fortalecer diante de todos os momentos que nos apresentam na nossa árdua caminhada de vida. "Pois o sofrimento não brota do pó, e as dificuldades não nascem do chão" (Jó 5:6). Apresente a Deus seus pedidos de ajuda e Ele se encarregará de lhe oferecer o milagre necessário para ser vitorioso. Depois disso, apenas sugiro que agradeça ao Pai celestial da melhor forma possível, sendo prestativo e obediente aos preceitos do Senhor.
Amados irmãos e amadas irmãs, que a Paz Divina e a Luz do Senhor Jesus possam iluminar cada passo que deres na caminhada da vida e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam realizar poderosos milagres diante todos os problemas existentes. Amém?
Temos problemas financeiros, familiar, de saúde, de trabalho, pessoais, românticos, com as drogas, enfim, problemas dos mais diversos que nos farão ficar extremamente preocupados ou não. Mas, o fato, é que esses problemas têm uma origem e precisam ser solucionados dentro de um prazo satisfatório a todos os envolvidos. Podemos perceber disso tudo uma coisa, a nossa vida sempre foi e sempre será movida por dificuldades a serem ultrapassadas de uma forma ou de outra. Esses problemas podem nos trazer dissabores, insônia, perturbação, depressão e outras mazelas preocupantes, que nos deixa fracos e sem chão em muitas ocasiões.
O homem, desde os primórdios da criação, vem vivendo com as dificuldades e as adversidades numa constante só. Mas, lhes pergunto amadíssimos, será que o homem tem como viver sem problemas na vida? Com certeza que sim. A bíblia nos diz que se temermos a Deus poderemos descansar em paz e livres de problemas (Pv. 19:23). No entanto, essa expressão de estar livre de problemas, não quer dizer que só pelo fato de conduzir as nossas vidas pelo temor a Deus, teríamos os nossos problemas apagados como um passe de mágica. Com certeza que não. Isso quer dizer que teríamos uma postura mais positiva, e pela força da fé poderíamos ter energias extras para enfrenta-los com coragem e determinação na busca de soluções.
Caríssimos, os problemas não se vão da mesma forma que eles surgem em nossas vidas. Temos que entender que eles podem ser considerados como tempero para dar sabor em nossas vidas. Não estou dizendo aqui que todos os problemas devem ser considerados assim, mas, podemos encará-los como escadas para galgarmos o nosso sucesso subindo vez por vez cada degrau. "No entanto, o homem nasce para as dificuldades tão certamente como as fagulhas voam para cima" (Jó 5:7). Podemos dizer que essa citação é um fato interessante. Mas, posso garantir que não nos são dadas angústias maiores do que realmente podemos suportar leva-las.
Deus é Pai. E como todo bom pai quer que seus filhos sejam disciplinados. Isso é errado? A indisciplina pode trazer transtornos para quem a usa? As respostas seriam: NÃO para a primeira e SIM para a segunda. Vamos explicar. Não é errado um pai querer fazer com que os seus filhos fiquem vigilantes contra as intempéries que a vida traz. Ele sempre deseja que a atenção esteja sempre presente e alerta para poder enfrentar de forma dura e efetiva qualquer adversidade que surja pelo caminho. "Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Ora, qual o filho que não é disciplinado por seu pai?" (Hebreus 12:7) – Deus apenas deseja que seus filhos tolerem de forma resignada todas as adversidades que lhes surjam pela caminhada da vida e assim aprender de forma disciplinada como os mandamentos do Senhor podem ajuda-los a encontrar as soluções para os problemas. Nós sabemos que a indisciplina traz o pecado e que o salário do pecado é a morte do espírito. Logicamente, que isso ninguém quer, mas estão sempre no caminho das trevas traçados pelo inimigo.
Todo problema tem sua solução, isso é fato. Devemos agir procurando através da fé a busca pela luz e força divina para acertar as escolhas a serem feitas de forma correta, portanto, “se você assim fizer, e, se assim Deus ordenar, você será capaz de suportar as dificuldades” (Êxodo 18:23). Dificuldades essas que servem para nos fortalecer diante de todos os momentos que nos apresentam na nossa árdua caminhada de vida. "Pois o sofrimento não brota do pó, e as dificuldades não nascem do chão" (Jó 5:6). Apresente a Deus seus pedidos de ajuda e Ele se encarregará de lhe oferecer o milagre necessário para ser vitorioso. Depois disso, apenas sugiro que agradeça ao Pai celestial da melhor forma possível, sendo prestativo e obediente aos preceitos do Senhor.
Amados irmãos e amadas irmãs, que a Paz Divina e a Luz do Senhor Jesus possam iluminar cada passo que deres na caminhada da vida e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam realizar poderosos milagres diante todos os problemas existentes. Amém?
quinta-feira, 11 de maio de 2017
UM PROCESSO MENTIROSO E INFAME DE UM INOCENTE VERDADEIRO
Hoje iremos falar da maior fraude processual que já teve registro na história da humanidade. Como o homem conseguiu se superar em maldade de uma forma tão extraordinária? Como tiveram a coragem de julgar e condenar um inocente da forma mais esdrúxula e vergonhosa como essa? Quais foram as falhas processuais desse covarde julgamento? Porque Jesus foi executado? A mando de quem? Dos romanos ou das autoridades judaicas? Por que Jesus passou por dois julgamentos? Foram formalmente legais? Jesus cometeu algum crime? A crucificação era a pena a ser imposta?
Percebam caríssimos, que muitas são as perguntas, as dúvidas, as considerações que deveriam ser feitas mediante a um absurdo tão grande. Mas, ainda bem que de tudo isso podemos ter um consolo, é que tudo deveria acontecer realmente – “Pois eu vos digo: é preciso que se cumpra em mim a palavra da Escritura: ‘Ele foi contado entre os transgressores’. O que foi dito a meu respeito está se consumando”(Lucas 22:37). Deus, na sua infinita sabedoria e sapiência, já havia determinado, muito antes da criação de tudo, que o seu filho amado passaria por todo o sofrimento e paixão que estava próximo a acontecer, pois Ele teria que pagar por todos os nossos castigos e morrer em nosso lugar, demonstrando muito amor.
Não temos aqui a pretensão de fazer um estudo jurídico no caso do Rei dos Judeus. Mas, sim uma reflexão de tudo que ocorreu, baseado em fatos bíblicos para melhor entendermos o quer realmente aconteceu. Muitos podem pensar que o nosso blog está um pouco atrasado, por estar tratando desse assunto tão fora de época, pois a semana Santa já passou. Mas, achamos que esse tema não tem uma data de validade ou um período para ser estudado e dissecado para um bom entendimento. Qualquer hora é hora.
Para os acontecimentos ocorridos na época em que Jesus viveu, ele foi considerado um revolucionário. Um homem que veio com ideias novas, conseguia juntar milhares de pessoas por onde andava, ensinando-lhes a boa nova, curando-os de diversas enfermidades, expulsando demônios de toda espécie, dando a todos um alento para tantos sofrimentos e desilusões etc. Isso, visto pelos fariseus, herodianos, saduceus e os doutores da lei era uma situação inaceitável, pois poderiam correr o risco de perder a hegemonia do poder religioso – já que o poder político estava nas mãos do império Romano – e da corrupção que na época deveria existir e muita. Por diversas vezes eles premeditaram pegar Jesus no contrapé, mas devida a astúcia e a divindade do Cristo eles sempre eram pegos de calças curtas. Portanto, só tinham uma maneira de conseguir o seu intento maligno – a morte do Senhor – e a forma que eles encontraram era através da traição de alguém de dentro do seu seleto grupo e criar acusações falsas para ludibriar a rigorosa estrutura jurídica dos judeus. “Então os fariseus saíram e começaram a conspirar sobre como poderiam matar Jesus” (Mateus 12:14).
Os principais erros jurídicos ocorridos no processo do Cristo foram os seguintes:
a) julgamento noturno, contrário às leis hebraica e romana, não dando ao processo publicidade - Os fariseus e príncipes das leis não queriam de forma alguma que a população soubesse de que Jesus estaria ali para ser julgado por crimes que ele nunca havia cometido. Eles sabiam que a multidão o adorava por tudo de bom que estava lhes fazendo em seu ministério. Daí o fato deles terem julgado a Jesus na penumbra da madrugada e as surdinas. “De manhã cedo, todos os chefes dos sacerdotes e líderes religiosos do povo tomaram a decisão de condenar Jesus à morte” (Mateus 27:1);
b) conflito de jurisdição: quatro juízes no mesmo processo - Era muita gente para julgar um único acusado, quatro juízes que sobrepunham as suas respectivas jurisdições legais: Caifás, Sinédrio pleno, Herodes e Pilatos.
c) falta de autoridade de Anás, só para interrogar Jesus fora do Sinédrio - A pessoa que havia sido destinada a interrogar o acusado (Anás) não tinha a autoridade devida já que o sumo sacerdote da época era Caifás – “Eles prenderam Jesus e o levaram, conduzindo-o à residência do sumo sacerdote” (Lucas 22:54);
d) Herodes, em Jerusalém, não tem jurisdição sobre Jesus. Só na Galiléia - O Rei Herodes só tinha jurisdição na Galiléia, mas Jesus estava sendo preso e julgado em Jerusalém, pelas leis judaicas e de acordo pelos crimes que estava sendo acusado, somente o sinédrio poderia julgá-lo: “Pilatos, ouvindo falar da Galiléia perguntou se aquele homem era galileu. E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes” (Lucas 23:6-7);
e) testemunhas falsas, aliciadas pelos juízes - E assim eles encontraram duas infelizes pessoas que iriam cometer perjúrio, um dos pecados listados por Moisés e que tanto faz o nosso Deus odiar, levantando falso testemunho ao próximo. “Os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam procurando um depoimento falso contra Jesus, para que pudessem condená-lo à morte. E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, que afirmavam: ‘Este homem declarou: Posso destruir o Santuário de Deus e construí-lo de novo em três dias’. Então o sumo sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus: “Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?” Jesus, porém, continuava calado” (Mateus 26:59-63).
Jesus fora julgado em dois momentos: o primeiro de cunho religioso perante o Sinédrio e o segundo de responsabilidades políticas, diante de Pôncio Pilatos representando o império Romano. As acusações religiosas não fundamentadas eram: blasfêmia – Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes e disse: “Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?” Responderam: ”É réu de morte!” (Mateus 26:65-66); profanar o sábado – Então os judeus passaram a perseguir Jesus, porque ele estava fazendo essas coisas no sábado. Disse-lhes Jesus: "Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando" (João 5:16-17); e ser um falso profeta – palavras proféticas: “Jesus, porém, voltou-se para elas e disse: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós e por vossos filhos!” (Lucas 23:28) profetizando a destruição de Jerusalém dali a alguns anos. As incriminações políticas consistiam em: insurreição, declarar-se rei e incitar o povo a não pagar impostos à César (era um crimen laesae majestati). Tudo isso mentiras inescrupulosas e sem fundamentos jurídicos.
Jesus havia sido preso sem culpa, acusado sem indícios, julgado sem testemunhas legais e condenado a uma pena errada ao crime que era acusado, por Ele ter afrontado os judeus, desafiado o governo do mais poderoso Império que o mundo já conheceu – Roma – e por espontânea vontade, cumpriu seu martírio: aceitou a morte e o seu destino resignadamente. As massas gostavam de Jesus, mas a ira dos líderes religiosos ia se intensificando a cada aparição e mobilização do seu povo, chegando ao ponto de acirrar mais ainda a inveja e o despeito de todos que compunham a elite judaica na época.
Podemos ver com a compreensão leiga do direito, amadíssimos, que muitas foram as falhas neste processo vergonhoso. Mas, se levarmos em conta de que haviam interesses divinos para que tudo convergisse para o final desejado – o sofrimento e a paixão do Cristo – “Assim se realizava o que Jesus tinha dito, indicando de que morte havia de morrer” (João 18:32). Podemos lamentavelmente concluir que nada poderia ser feito para impedir que um cordeiro inocente fosse levado ao holocausto por tantos.
Que a paz e a luz divina do Senhor Jesus possa acompanhar a todos e que as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa nos dar a serena compreensão para os fatos dolorosos da paixão do Cristo por nós todos. Amém?
Percebam caríssimos, que muitas são as perguntas, as dúvidas, as considerações que deveriam ser feitas mediante a um absurdo tão grande. Mas, ainda bem que de tudo isso podemos ter um consolo, é que tudo deveria acontecer realmente – “Pois eu vos digo: é preciso que se cumpra em mim a palavra da Escritura: ‘Ele foi contado entre os transgressores’. O que foi dito a meu respeito está se consumando”(Lucas 22:37). Deus, na sua infinita sabedoria e sapiência, já havia determinado, muito antes da criação de tudo, que o seu filho amado passaria por todo o sofrimento e paixão que estava próximo a acontecer, pois Ele teria que pagar por todos os nossos castigos e morrer em nosso lugar, demonstrando muito amor.
Não temos aqui a pretensão de fazer um estudo jurídico no caso do Rei dos Judeus. Mas, sim uma reflexão de tudo que ocorreu, baseado em fatos bíblicos para melhor entendermos o quer realmente aconteceu. Muitos podem pensar que o nosso blog está um pouco atrasado, por estar tratando desse assunto tão fora de época, pois a semana Santa já passou. Mas, achamos que esse tema não tem uma data de validade ou um período para ser estudado e dissecado para um bom entendimento. Qualquer hora é hora.
Para os acontecimentos ocorridos na época em que Jesus viveu, ele foi considerado um revolucionário. Um homem que veio com ideias novas, conseguia juntar milhares de pessoas por onde andava, ensinando-lhes a boa nova, curando-os de diversas enfermidades, expulsando demônios de toda espécie, dando a todos um alento para tantos sofrimentos e desilusões etc. Isso, visto pelos fariseus, herodianos, saduceus e os doutores da lei era uma situação inaceitável, pois poderiam correr o risco de perder a hegemonia do poder religioso – já que o poder político estava nas mãos do império Romano – e da corrupção que na época deveria existir e muita. Por diversas vezes eles premeditaram pegar Jesus no contrapé, mas devida a astúcia e a divindade do Cristo eles sempre eram pegos de calças curtas. Portanto, só tinham uma maneira de conseguir o seu intento maligno – a morte do Senhor – e a forma que eles encontraram era através da traição de alguém de dentro do seu seleto grupo e criar acusações falsas para ludibriar a rigorosa estrutura jurídica dos judeus. “Então os fariseus saíram e começaram a conspirar sobre como poderiam matar Jesus” (Mateus 12:14).
Os principais erros jurídicos ocorridos no processo do Cristo foram os seguintes:
a) julgamento noturno, contrário às leis hebraica e romana, não dando ao processo publicidade - Os fariseus e príncipes das leis não queriam de forma alguma que a população soubesse de que Jesus estaria ali para ser julgado por crimes que ele nunca havia cometido. Eles sabiam que a multidão o adorava por tudo de bom que estava lhes fazendo em seu ministério. Daí o fato deles terem julgado a Jesus na penumbra da madrugada e as surdinas. “De manhã cedo, todos os chefes dos sacerdotes e líderes religiosos do povo tomaram a decisão de condenar Jesus à morte” (Mateus 27:1);
b) conflito de jurisdição: quatro juízes no mesmo processo - Era muita gente para julgar um único acusado, quatro juízes que sobrepunham as suas respectivas jurisdições legais: Caifás, Sinédrio pleno, Herodes e Pilatos.
c) falta de autoridade de Anás, só para interrogar Jesus fora do Sinédrio - A pessoa que havia sido destinada a interrogar o acusado (Anás) não tinha a autoridade devida já que o sumo sacerdote da época era Caifás – “Eles prenderam Jesus e o levaram, conduzindo-o à residência do sumo sacerdote” (Lucas 22:54);
d) Herodes, em Jerusalém, não tem jurisdição sobre Jesus. Só na Galiléia - O Rei Herodes só tinha jurisdição na Galiléia, mas Jesus estava sendo preso e julgado em Jerusalém, pelas leis judaicas e de acordo pelos crimes que estava sendo acusado, somente o sinédrio poderia julgá-lo: “Pilatos, ouvindo falar da Galiléia perguntou se aquele homem era galileu. E, sabendo que era da jurisdição de Herodes, remeteu-o a Herodes” (Lucas 23:6-7);
e) testemunhas falsas, aliciadas pelos juízes - E assim eles encontraram duas infelizes pessoas que iriam cometer perjúrio, um dos pecados listados por Moisés e que tanto faz o nosso Deus odiar, levantando falso testemunho ao próximo. “Os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam procurando um depoimento falso contra Jesus, para que pudessem condená-lo à morte. E nada encontraram, embora se apresentassem muitas falsas testemunhas. Por fim, vieram duas testemunhas, que afirmavam: ‘Este homem declarou: Posso destruir o Santuário de Deus e construí-lo de novo em três dias’. Então o sumo sacerdote levantou-se e perguntou a Jesus: “Nada tens a responder ao que estes testemunham contra ti?” Jesus, porém, continuava calado” (Mateus 26:59-63).
Jesus fora julgado em dois momentos: o primeiro de cunho religioso perante o Sinédrio e o segundo de responsabilidades políticas, diante de Pôncio Pilatos representando o império Romano. As acusações religiosas não fundamentadas eram: blasfêmia – Então o sumo sacerdote rasgou suas vestes e disse: “Blasfemou! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Pois agora ouvistes a blasfêmia. Que vos parece?” Responderam: ”É réu de morte!” (Mateus 26:65-66); profanar o sábado – Então os judeus passaram a perseguir Jesus, porque ele estava fazendo essas coisas no sábado. Disse-lhes Jesus: "Meu Pai continua trabalhando até hoje, e eu também estou trabalhando" (João 5:16-17); e ser um falso profeta – palavras proféticas: “Jesus, porém, voltou-se para elas e disse: “Mulheres de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós e por vossos filhos!” (Lucas 23:28) profetizando a destruição de Jerusalém dali a alguns anos. As incriminações políticas consistiam em: insurreição, declarar-se rei e incitar o povo a não pagar impostos à César (era um crimen laesae majestati). Tudo isso mentiras inescrupulosas e sem fundamentos jurídicos.
Jesus havia sido preso sem culpa, acusado sem indícios, julgado sem testemunhas legais e condenado a uma pena errada ao crime que era acusado, por Ele ter afrontado os judeus, desafiado o governo do mais poderoso Império que o mundo já conheceu – Roma – e por espontânea vontade, cumpriu seu martírio: aceitou a morte e o seu destino resignadamente. As massas gostavam de Jesus, mas a ira dos líderes religiosos ia se intensificando a cada aparição e mobilização do seu povo, chegando ao ponto de acirrar mais ainda a inveja e o despeito de todos que compunham a elite judaica na época.
Podemos ver com a compreensão leiga do direito, amadíssimos, que muitas foram as falhas neste processo vergonhoso. Mas, se levarmos em conta de que haviam interesses divinos para que tudo convergisse para o final desejado – o sofrimento e a paixão do Cristo – “Assim se realizava o que Jesus tinha dito, indicando de que morte havia de morrer” (João 18:32). Podemos lamentavelmente concluir que nada poderia ser feito para impedir que um cordeiro inocente fosse levado ao holocausto por tantos.
Que a paz e a luz divina do Senhor Jesus possa acompanhar a todos e que as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa nos dar a serena compreensão para os fatos dolorosos da paixão do Cristo por nós todos. Amém?
terça-feira, 9 de maio de 2017
domingo, 7 de maio de 2017
CALMA GALERINHA, O MAL NÃO EXISTE!
Eu lamento informar que essa afirmação é apenas um título e como tal só tem importância para compor o ar de interesse ao tema. Pois, lamentavelmente, o mal existe – pelo menos – desde quando a humanidade foi punida pela falta de disciplina do primeiro casal do Éden. O inimigo se incumbiu de ministrar uma dose de curiosidade, acrescida de umas gotas de desobediência e misturou com o mal uso do livre arbítrio e deu o que deu. Fomos expulsos do paraíso levando em cada um o mal encravado nos pensamentos e no coração (Gn. 6:5).
Em várias passagens bíblicas vemos uma luta constante do bem contra o mal. Passou-se gerações e gerações, e mesmo assim essa luta vem sendo travada nos dois mundos: no plano espiritual e no plano carnal. A luta por vezes é ingrata, mas com ajuda sempre pertinente do nosso Criador, temos levado vantagens em alguns lampejos do tempo para aliviar um pouco as dores do mundo e daqueles que ainda não creem num Deus que é maior do que tudo e se tornam presas fáceis para o senhor das Trevas.
Nós temos dois grupos diferenciados por suas maneiras de agir. Temos aqueles que seguem criteriosamente os mandamentos e os preceitos do Todo-Poderoso e assim realizam e fazem o BEM e àqueles que se deixam levar por ações e pensamentos inconcebíveis e se enveredam pelo caminho do MAL. Falando daqueles que por suas atitudes realizam o bem, Deus nos pede que “não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12:21). Temos que ser muito fortes para que o mal não se sobreponha ao querer fazer o bem a todos sem acepção.
Com apelos misericordiosos de Arão para Deus, ele pede para que o Senhor não fique enfurecido com o seu povo que andava pelo deserto rumo a Canaã e completa: “tu sabes que este povo é inclinado ao mal;” (Êxodo 32:22). Fortes são essas palavras, mas não podemos acha-las impetuosas e levianas, até porque foram ditas por um grande servo de Deus e profundo conhecedor da alma humana. Nós, por si só já trazemos dentro de nós tendências para realizar o mal “porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Romanos 7:19). Por que Paulo afirma tão categoricamente que o bem que queremos realmente realizar é impedido pelo mal que não estamos desejando fazer mas que ainda assim o fazemos mesmo que de forma inconsciente? Porque Paulo sabia perfeitamente que na carne – que é do mundo – só habita o mal e não há bem algum, contudo o querer está dentro de cada um de nós, mas que não conseguimos fazer o bem aflorar. Parece meio antagônico, mas o Apóstolo Paulo se auto avaliava, não pelo presente que vivia, mas pelo doloroso passado que carregava dentro de si.
Mas, mesmo diante do que fora exposto, podemos ficar felizes porque temos uma saída para vencermos essa guerra maligna e perniciosa que tanto nos aflige. A armadura e o escudo reforçado, meus amados irmãos e irmãs, está na busca incansável do conhecimento da palavra do Senhor e seguir criteriosamente os mandamentos do Pai. Outra coisa que podemos fazer, não tão fácil, mas muito possível de ser feito, é procurar fazer o bem sempre e a todos, e buscar a paz incansavelmente (Sl. 34:14). Precisamos tomar consciência de que “a face do Senhor está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles” (Salmos 34:16). Vai querer que o Senhor se volte contra você e apague da existência eterna a sua memória? Se não queres isso pra si, procure entender e praticar a palavra de Deus, pois quem é justo e clama por Ele será ouvido e liberto de todas as suas angústias (Sl. 34:17).
O que entristece muito ao Criador é ver que muitos praticam o mal porque querem ser bem vistos pelos outros – mesmo causando mal – como pessoas integras e assim serem aprovados por seus maus atos (2 Co. 13:7), quando na verdade, deveriam estar fazendo o que é o certo – o bem sem olhar a quem – sem esperar recompensas e reconhecimento público.
Amados, a Luz e a Paz do Senhor estejam sempre convosco e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam agraciar seus pensamentos e aliviar seus corações para realizações do bem e a busca incansável da paz. Amém?
Em várias passagens bíblicas vemos uma luta constante do bem contra o mal. Passou-se gerações e gerações, e mesmo assim essa luta vem sendo travada nos dois mundos: no plano espiritual e no plano carnal. A luta por vezes é ingrata, mas com ajuda sempre pertinente do nosso Criador, temos levado vantagens em alguns lampejos do tempo para aliviar um pouco as dores do mundo e daqueles que ainda não creem num Deus que é maior do que tudo e se tornam presas fáceis para o senhor das Trevas.
Nós temos dois grupos diferenciados por suas maneiras de agir. Temos aqueles que seguem criteriosamente os mandamentos e os preceitos do Todo-Poderoso e assim realizam e fazem o BEM e àqueles que se deixam levar por ações e pensamentos inconcebíveis e se enveredam pelo caminho do MAL. Falando daqueles que por suas atitudes realizam o bem, Deus nos pede que “não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos 12:21). Temos que ser muito fortes para que o mal não se sobreponha ao querer fazer o bem a todos sem acepção.
Com apelos misericordiosos de Arão para Deus, ele pede para que o Senhor não fique enfurecido com o seu povo que andava pelo deserto rumo a Canaã e completa: “tu sabes que este povo é inclinado ao mal;” (Êxodo 32:22). Fortes são essas palavras, mas não podemos acha-las impetuosas e levianas, até porque foram ditas por um grande servo de Deus e profundo conhecedor da alma humana. Nós, por si só já trazemos dentro de nós tendências para realizar o mal “porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Romanos 7:19). Por que Paulo afirma tão categoricamente que o bem que queremos realmente realizar é impedido pelo mal que não estamos desejando fazer mas que ainda assim o fazemos mesmo que de forma inconsciente? Porque Paulo sabia perfeitamente que na carne – que é do mundo – só habita o mal e não há bem algum, contudo o querer está dentro de cada um de nós, mas que não conseguimos fazer o bem aflorar. Parece meio antagônico, mas o Apóstolo Paulo se auto avaliava, não pelo presente que vivia, mas pelo doloroso passado que carregava dentro de si.
Mas, mesmo diante do que fora exposto, podemos ficar felizes porque temos uma saída para vencermos essa guerra maligna e perniciosa que tanto nos aflige. A armadura e o escudo reforçado, meus amados irmãos e irmãs, está na busca incansável do conhecimento da palavra do Senhor e seguir criteriosamente os mandamentos do Pai. Outra coisa que podemos fazer, não tão fácil, mas muito possível de ser feito, é procurar fazer o bem sempre e a todos, e buscar a paz incansavelmente (Sl. 34:14). Precisamos tomar consciência de que “a face do Senhor está contra os que fazem o mal, para desarraigar da terra a memória deles” (Salmos 34:16). Vai querer que o Senhor se volte contra você e apague da existência eterna a sua memória? Se não queres isso pra si, procure entender e praticar a palavra de Deus, pois quem é justo e clama por Ele será ouvido e liberto de todas as suas angústias (Sl. 34:17).
O que entristece muito ao Criador é ver que muitos praticam o mal porque querem ser bem vistos pelos outros – mesmo causando mal – como pessoas integras e assim serem aprovados por seus maus atos (2 Co. 13:7), quando na verdade, deveriam estar fazendo o que é o certo – o bem sem olhar a quem – sem esperar recompensas e reconhecimento público.
Amados, a Luz e a Paz do Senhor estejam sempre convosco e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam agraciar seus pensamentos e aliviar seus corações para realizações do bem e a busca incansável da paz. Amém?
sexta-feira, 5 de maio de 2017
ESTUDO BÍBLICO – PERDER MEU TEMPO COM ISSO PRA QUÊ?
“Por isso dediquei-me a aprender, a investigar, a buscar a sabedoria e a razão de ser das coisas, para compreender a insensatez da impiedade e a loucura da insensatez”(Eclesiastes 7:25).
Nada nessa vida tem mais importância do que o conhecimento. E principalmente, o conhecimento das coisas de Deus. Isso vai pesar e muito quando estivermos diante de situações peculiares e inevitáveis de nossas vidas, para que possamos tomar o rumo certo de nossas atitudes. Vamos sim investigar tudo que nos diz respeito, vamos buscar a tão desejada sabedoria, porque só assim poderemos compreender a insensatez da impiedade humana e a loucura dessa insensatez que de tal maneira aflige a tantos.
O estudo é muito importante para tudo que iremos fazer na nossa existência. A partir do momento que tomamos a decisão de seguir a Jesus, de aceita-lo como o nosso único Senhor e Salvador, ganhamos junto, a Palavra da Vida, que é o Evangelho. Mas, se não soubermos o que seja essa palavra na sua essência, de nada irá nos adiantar ter ganho este maravilhoso e magnifico presente do nosso Pai. Então o que devemos fazer para valorizar esse grande presente? A resposta é simples. Estudá-lo! Mas, como farei isso? Posso estudar em casa, sozinho? Eu tenho certeza que NÃO. Como você fará isso sozinho, se você está em busca do aprendizado e do entendimento da palavra?
Meus irmãos e irmãs de fé, o estudo em grupo vai melhorar e muito esse entendimento. Em um estudo bíblico em grupo na sua igreja ou comunidade, tudo ficará mais fácil, pois ao estudar um determinado tema várias opiniões surgirão a respeito e serão discutidas até a exaustão para se chegar a um denominador comum e assim fixar o aprendizado da palavra do Senhor.
Não tem coisa melhor do que você dissipar as dúvidas, abri novos horizontes dentro do Evangelho, fazer com que novas ideias surjam em sua mente e, principalmente, entender o que o Pai quer que façamos para o bem de todos.
Participem sim dos cultos, dos eventos da sua igreja e comunidade, estejam presentes a todos eles, mas não deixem de estar presentes nos estudos bíblicos existentes. Sem isso nada adiantará participar de cultos, bazares, congressos, seminários, feiras, acampamentos etc. Nada servirá se não houver a busca incansável e incessante do entendimento da palavra, e só obteremos isso frequentando o Estudo Bíblico da sua igreja.
Irmãos e irmãs amados, prestem atenção nestas palavras do Senhor: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (Provérbios 1:7). O que você é hoje, um seguidor insano e sem noção de Jesus? Um louco que despreza o entendimento da palavra? Ou um crente que teme a Deus, e busca com inteligência a obtenção de novos conhecimentos com a instrução?
Caríssimos, se optaram pelas duas primeiras opções eu sinto muito mesmo, e lhes dou um conselho: deixem de ser crentes, porque estão perdendo o tempo de vocês. Não vai adiantar estar nos cultos, gritando desesperadamente “ALELUIA!”, “Ô GLÓRIA SENHOR!” se não sabe nem pra que lado fica o estudo da Bíblia. Mas, se ao contrário, escolheram a última opção, eu os felicito e regozijo com todos, pois escolheram a alternativa mais viável e admiradamente a mais correta. Eu lhes garanto, que ao término de cada aula vocês se sentirão uma outra pessoa, mais próxima de Deus e mais conhecedora dos pensamentos de Jesus Cristo. “Tratemos de discernir juntos o que é certo e de aprender o que é bom” (Jó 34:4). Vocês verão o quanto é prazeroso aprender em grupo, o quanto é saudável o conhecimento da palavra dividida com outros irmãos, o quanto é formidavelmente interessante o entendimento dos assuntos de Deus compartilhados com o próximo, e tudo isso temos bem pertinho de cada um de nós, nos estudos bíblicos que lhe são ministrados sem nenhum ônus financeiro. Avaliem isso e percebam a grandiosidade dessa simplória oportunidade que nos é apresentada.
Amadíssimos irmãos e irmãs, a paz e a luz do Senhor Jesus iluminem as vossas ideias e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam fazer com que as mentes e os corações estejam abertos ao aprendizado e ao entendimento da palavra do Evangelho. Amém?
Nada nessa vida tem mais importância do que o conhecimento. E principalmente, o conhecimento das coisas de Deus. Isso vai pesar e muito quando estivermos diante de situações peculiares e inevitáveis de nossas vidas, para que possamos tomar o rumo certo de nossas atitudes. Vamos sim investigar tudo que nos diz respeito, vamos buscar a tão desejada sabedoria, porque só assim poderemos compreender a insensatez da impiedade humana e a loucura dessa insensatez que de tal maneira aflige a tantos.
O estudo é muito importante para tudo que iremos fazer na nossa existência. A partir do momento que tomamos a decisão de seguir a Jesus, de aceita-lo como o nosso único Senhor e Salvador, ganhamos junto, a Palavra da Vida, que é o Evangelho. Mas, se não soubermos o que seja essa palavra na sua essência, de nada irá nos adiantar ter ganho este maravilhoso e magnifico presente do nosso Pai. Então o que devemos fazer para valorizar esse grande presente? A resposta é simples. Estudá-lo! Mas, como farei isso? Posso estudar em casa, sozinho? Eu tenho certeza que NÃO. Como você fará isso sozinho, se você está em busca do aprendizado e do entendimento da palavra?
Meus irmãos e irmãs de fé, o estudo em grupo vai melhorar e muito esse entendimento. Em um estudo bíblico em grupo na sua igreja ou comunidade, tudo ficará mais fácil, pois ao estudar um determinado tema várias opiniões surgirão a respeito e serão discutidas até a exaustão para se chegar a um denominador comum e assim fixar o aprendizado da palavra do Senhor.
Não tem coisa melhor do que você dissipar as dúvidas, abri novos horizontes dentro do Evangelho, fazer com que novas ideias surjam em sua mente e, principalmente, entender o que o Pai quer que façamos para o bem de todos.
Participem sim dos cultos, dos eventos da sua igreja e comunidade, estejam presentes a todos eles, mas não deixem de estar presentes nos estudos bíblicos existentes. Sem isso nada adiantará participar de cultos, bazares, congressos, seminários, feiras, acampamentos etc. Nada servirá se não houver a busca incansável e incessante do entendimento da palavra, e só obteremos isso frequentando o Estudo Bíblico da sua igreja.
Irmãos e irmãs amados, prestem atenção nestas palavras do Senhor: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução” (Provérbios 1:7). O que você é hoje, um seguidor insano e sem noção de Jesus? Um louco que despreza o entendimento da palavra? Ou um crente que teme a Deus, e busca com inteligência a obtenção de novos conhecimentos com a instrução?
Caríssimos, se optaram pelas duas primeiras opções eu sinto muito mesmo, e lhes dou um conselho: deixem de ser crentes, porque estão perdendo o tempo de vocês. Não vai adiantar estar nos cultos, gritando desesperadamente “ALELUIA!”, “Ô GLÓRIA SENHOR!” se não sabe nem pra que lado fica o estudo da Bíblia. Mas, se ao contrário, escolheram a última opção, eu os felicito e regozijo com todos, pois escolheram a alternativa mais viável e admiradamente a mais correta. Eu lhes garanto, que ao término de cada aula vocês se sentirão uma outra pessoa, mais próxima de Deus e mais conhecedora dos pensamentos de Jesus Cristo. “Tratemos de discernir juntos o que é certo e de aprender o que é bom” (Jó 34:4). Vocês verão o quanto é prazeroso aprender em grupo, o quanto é saudável o conhecimento da palavra dividida com outros irmãos, o quanto é formidavelmente interessante o entendimento dos assuntos de Deus compartilhados com o próximo, e tudo isso temos bem pertinho de cada um de nós, nos estudos bíblicos que lhe são ministrados sem nenhum ônus financeiro. Avaliem isso e percebam a grandiosidade dessa simplória oportunidade que nos é apresentada.
Amadíssimos irmãos e irmãs, a paz e a luz do Senhor Jesus iluminem as vossas ideias e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possam fazer com que as mentes e os corações estejam abertos ao aprendizado e ao entendimento da palavra do Evangelho. Amém?
quarta-feira, 3 de maio de 2017
O QUE O HOMEM FAZ PARA DEUS ODIAR TANTO?!
“Estas seis coisas o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos ativos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos” (Provérbios 6:16-19).
Amados irmãos e amadas irmãs, Deus odeia seis coisas que nós – suas criações – fazemos e uma delas ele verdadeiramente se aborrece. Será que é fácil saber o que temos que fazer para evitar esse ódio e essa abominação do Senhor? Pode ser. Mas, aqui daremos um antídoto para cada uma dessas facetas para que nós não as deixemos que aconteçam.
1 - OLHOS ALTIVOS
Deus não se agrada com aquelas pessoas que usam para sua existência: do orgulho exacerbado, da prepotência sem limites, da arrogância que inflama e a presunção que afasta e irrita a todos. O ser humano tem facilidade de trazer para perto de si os filhos queridos de Satanás. E se transformam naquilo que tem de pior nas relações humanas, a total falsidade de ações e de conduta.
ANTÍDOTO – Deus nos orienta a neutralizar a altivez e suas consequências com a HUMILDADE.
A soberba do homem o abaterá, mas a honra o sustentará, o humilde de espírito. (Provérbios 29:23)
Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. (Tiago 4:6)
Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; (1 Pedro 5:6)
2 - LÍNGUA MENTIROSA
Tem quem goste de gente mentirosa? Você gosta? Imagina Deus, esse que não gosta mesmo. Aliás, ele odeia o uso desregrado da língua mentirosa. A mentira – filha predileta do Satanás – traz diversas mazelas e situações pervertidas, que acho eu, próprias de um mundo gerido pelas intenções da carne.
ANTÍDOTO – Deus nos fala que somente a VERDADE e a comunhão sincera com o CRISTO conseguem neutralizar as mentiras proferidas de forma insana e sem análise consciente.
Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. (Efésios 4:25)
O Senhor odeia os lábios mentirosos, mas se deleita com os que falam a verdade. (Provérbios 12:22)
Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador. (Colossenses 3:9-10)
3 - MÃOS QUE DERRAMAM SANGUE INOCENTE
Isso muito entristece a Deus, irmãos que matam irmãos, e principalmente, quando há sangue de inocentes sendo derramados nas inconsequências desses atos. A bíblia cita fatos que enegrece a alma e nos deixa perplexos diante das maldades do homem. Hoje, nessa geração, sangue de inocentes são jorrados ao chão de forma prematura e sem controle, e o que é pior, de forma insana e maldosa.
ANTÍDOTO – O Criador nos mostra claramente que somente tendo TEMOR A DEUS nos livraremos dessas atitudes insensatas que tanto faz o Todo-Poderoso odiar. Pois ao temer a Deus e seguir seus mandamentos estaremos neutralizando as coisas más que fazemos.
Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos. (Provérbios 3:7-8)
Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos! (Salmos 112:1)
"Obedeçam aos mandamentos do Senhor, o seu Deus, andando em seus caminhos e dele tendo temor. (Deuteronômio 8:6)
4 - O CORAÇÃO QUE MAQUINA PENSAMENTOS PERVERSOS
O pensamento é o caminho mais rápido para se chegar à Deus. Então imaginemos que, se nós planejarmos a perversão em pensamentos e plantarmos dentro de nossos corações esse mal aí que o Senhor ojeriza esses pensamentos.
ANTÍDOTO – Deus nos instrui que a OBEDIÊNCIA pode neutralizar essa perversão e que através do amor e dos seus mandamentos podemos agir de forma justa e certa.
Quem dera eles tivessem sempre no coração esta disposição para temer-me e para obedecer a todos os meus mandamentos. Assim tudo iria bem com eles e
com seus descendentes para sempre! (Deuteronômio 5:29)
Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. (João 14:15)
Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância. (1 Pedro 1:14)
5 - PÉS QUE SE APRESSAM A CORRER PARA O MAL
Deus tem ódio de quem tem pressa para atingir a total eficiência do mal, porque o Senhor percebeu o aumento da perversidade do homem e que os seus pensamentos têm inclinação para o mal sempre e tão somente.
ANTÍDOTO – Deus nos pede para que não deixemos o mal nos vencer e que para isso precisamos FAZER O BEM, buscar a paz e fazer o que é correto aos olhos de todos e, principalmente, aos olhos do Senhor.
Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem. (Romanos 12:21)
Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança. (Salmos 34:14)
Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. (Romanos 12:17)
6 - A TESTEMUNHA FALSA QUE PROFERE MENTIRAS
Um dos mandamentos de Deus repassados à Moises exorta exatamente isso, “não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Dt. 5:20). Aqui a mentira domina as ações daquele que se deixa levar pelo mal e assim toma a decisão livre de acusar indevidamente o seu próximo. Outra atitude tomada pelo homem que Deus odeia.
ANTÍDOTO – Deus orienta-nos que o ENTENDIMENTO DA PALAVRA e dos mandamentos fazem com que possa neutralizar essa ação devastadora na vida do seu próximo. Compreender, entender e praticar, acima de tudo, devem começar a ser prioridade na vida de todos.
E os errados de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores aprenderão doutrina. (Isaias 29:24)
Quem tem conhecimento é comedido no falar, e quem tem entendimento é de espírito sereno. (Provérbios 17:27)
Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras. (Lucas 24:45)
7 - O QUE SEMEIA CONTENDAS ENTRE IRMÃOS
Esse é o ato que mais abomina a alma de Deus. Ele não tem ódio, ele se aborrece por demais com essa pessoa que cria através de mentiras, artimanhas e traições as condições necessárias para surgir entre os irmãos as divergências, brigas e conflitos.
ANTÍDOTO – Para paralisar as ações devastadoras daquele que cria a discórdia entres os irmãos só uma coisa pode ser usada: a CONSCIÊNCIA. A origem de tamanho desdenho pelas boas relações existentes entres eles, é tão somente, a falta de consciência tranquila.
Por isso procuro sempre conservar minha consciência limpa diante de Deus e dos homens. (Atos dos Apóstolos 24:16)
Para os puros, todas as coisas são puras; mas, para os impuros e descrentes, nada é puro. De fato, tanto a mente como a consciência deles estão
corrompidas. (Tito 1:15)
Quando tiver consciência do pecado que cometeu, a comunidade trará um novilho como oferta pelo pecado e o apresentará diante da Tenda do Encontro.
(Levítico 4:14)
Amados irmãos e irmãs, a Luz e a Paz divina do Senhor Jesus possa estar com cada um de vocês e que as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa lhes iluminar para discernir cada um desses ensinamentos para evitar que cometam tantos erros que desagradam ao Nosso Criador. Amém?
Amados irmãos e amadas irmãs, Deus odeia seis coisas que nós – suas criações – fazemos e uma delas ele verdadeiramente se aborrece. Será que é fácil saber o que temos que fazer para evitar esse ódio e essa abominação do Senhor? Pode ser. Mas, aqui daremos um antídoto para cada uma dessas facetas para que nós não as deixemos que aconteçam.
1 - OLHOS ALTIVOS
Deus não se agrada com aquelas pessoas que usam para sua existência: do orgulho exacerbado, da prepotência sem limites, da arrogância que inflama e a presunção que afasta e irrita a todos. O ser humano tem facilidade de trazer para perto de si os filhos queridos de Satanás. E se transformam naquilo que tem de pior nas relações humanas, a total falsidade de ações e de conduta.
ANTÍDOTO – Deus nos orienta a neutralizar a altivez e suas consequências com a HUMILDADE.
A soberba do homem o abaterá, mas a honra o sustentará, o humilde de espírito. (Provérbios 29:23)
Antes, ele dá maior graça. Portanto diz: “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. (Tiago 4:6)
Humilhai-vos, pois, debaixo da potente mão de Deus, para que a seu tempo vos exalte; (1 Pedro 5:6)
2 - LÍNGUA MENTIROSA
Tem quem goste de gente mentirosa? Você gosta? Imagina Deus, esse que não gosta mesmo. Aliás, ele odeia o uso desregrado da língua mentirosa. A mentira – filha predileta do Satanás – traz diversas mazelas e situações pervertidas, que acho eu, próprias de um mundo gerido pelas intenções da carne.
ANTÍDOTO – Deus nos fala que somente a VERDADE e a comunhão sincera com o CRISTO conseguem neutralizar as mentiras proferidas de forma insana e sem análise consciente.
Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo. (Efésios 4:25)
O Senhor odeia os lábios mentirosos, mas se deleita com os que falam a verdade. (Provérbios 12:22)
Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador. (Colossenses 3:9-10)
3 - MÃOS QUE DERRAMAM SANGUE INOCENTE
Isso muito entristece a Deus, irmãos que matam irmãos, e principalmente, quando há sangue de inocentes sendo derramados nas inconsequências desses atos. A bíblia cita fatos que enegrece a alma e nos deixa perplexos diante das maldades do homem. Hoje, nessa geração, sangue de inocentes são jorrados ao chão de forma prematura e sem controle, e o que é pior, de forma insana e maldosa.
ANTÍDOTO – O Criador nos mostra claramente que somente tendo TEMOR A DEUS nos livraremos dessas atitudes insensatas que tanto faz o Todo-Poderoso odiar. Pois ao temer a Deus e seguir seus mandamentos estaremos neutralizando as coisas más que fazemos.
Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal. Isso dará a você saúde ao corpo e vigor aos ossos. (Provérbios 3:7-8)
Aleluia! Como é feliz o homem que teme o Senhor e tem grande prazer em seus mandamentos! (Salmos 112:1)
"Obedeçam aos mandamentos do Senhor, o seu Deus, andando em seus caminhos e dele tendo temor. (Deuteronômio 8:6)
4 - O CORAÇÃO QUE MAQUINA PENSAMENTOS PERVERSOS
O pensamento é o caminho mais rápido para se chegar à Deus. Então imaginemos que, se nós planejarmos a perversão em pensamentos e plantarmos dentro de nossos corações esse mal aí que o Senhor ojeriza esses pensamentos.
ANTÍDOTO – Deus nos instrui que a OBEDIÊNCIA pode neutralizar essa perversão e que através do amor e dos seus mandamentos podemos agir de forma justa e certa.
Quem dera eles tivessem sempre no coração esta disposição para temer-me e para obedecer a todos os meus mandamentos. Assim tudo iria bem com eles e
com seus descendentes para sempre! (Deuteronômio 5:29)
Se vocês me amam, obedecerão aos meus mandamentos. (João 14:15)
Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância. (1 Pedro 1:14)
5 - PÉS QUE SE APRESSAM A CORRER PARA O MAL
Deus tem ódio de quem tem pressa para atingir a total eficiência do mal, porque o Senhor percebeu o aumento da perversidade do homem e que os seus pensamentos têm inclinação para o mal sempre e tão somente.
ANTÍDOTO – Deus nos pede para que não deixemos o mal nos vencer e que para isso precisamos FAZER O BEM, buscar a paz e fazer o que é correto aos olhos de todos e, principalmente, aos olhos do Senhor.
Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem. (Romanos 12:21)
Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança. (Salmos 34:14)
Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. (Romanos 12:17)
6 - A TESTEMUNHA FALSA QUE PROFERE MENTIRAS
Um dos mandamentos de Deus repassados à Moises exorta exatamente isso, “não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (Dt. 5:20). Aqui a mentira domina as ações daquele que se deixa levar pelo mal e assim toma a decisão livre de acusar indevidamente o seu próximo. Outra atitude tomada pelo homem que Deus odeia.
ANTÍDOTO – Deus orienta-nos que o ENTENDIMENTO DA PALAVRA e dos mandamentos fazem com que possa neutralizar essa ação devastadora na vida do seu próximo. Compreender, entender e praticar, acima de tudo, devem começar a ser prioridade na vida de todos.
E os errados de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores aprenderão doutrina. (Isaias 29:24)
Quem tem conhecimento é comedido no falar, e quem tem entendimento é de espírito sereno. (Provérbios 17:27)
Então lhes abriu o entendimento, para que pudessem compreender as Escrituras. (Lucas 24:45)
7 - O QUE SEMEIA CONTENDAS ENTRE IRMÃOS
Esse é o ato que mais abomina a alma de Deus. Ele não tem ódio, ele se aborrece por demais com essa pessoa que cria através de mentiras, artimanhas e traições as condições necessárias para surgir entre os irmãos as divergências, brigas e conflitos.
ANTÍDOTO – Para paralisar as ações devastadoras daquele que cria a discórdia entres os irmãos só uma coisa pode ser usada: a CONSCIÊNCIA. A origem de tamanho desdenho pelas boas relações existentes entres eles, é tão somente, a falta de consciência tranquila.
Por isso procuro sempre conservar minha consciência limpa diante de Deus e dos homens. (Atos dos Apóstolos 24:16)
Para os puros, todas as coisas são puras; mas, para os impuros e descrentes, nada é puro. De fato, tanto a mente como a consciência deles estão
corrompidas. (Tito 1:15)
Quando tiver consciência do pecado que cometeu, a comunidade trará um novilho como oferta pelo pecado e o apresentará diante da Tenda do Encontro.
(Levítico 4:14)
Amados irmãos e irmãs, a Luz e a Paz divina do Senhor Jesus possa estar com cada um de vocês e que as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa lhes iluminar para discernir cada um desses ensinamentos para evitar que cometam tantos erros que desagradam ao Nosso Criador. Amém?
segunda-feira, 1 de maio de 2017
SETE CONSELHOS DA BÍBLIA PARA RESOLVER CONFLITOS
Na vida diária podemos nos encontrar envolvidos em conflitos com outras pessoas. Não é fácil reagir da forma correta no meio de uma briga feia, mas, a Bíblia tem bons conselhos para acalmar os ânimos e resolver o conflito:
1. Ouvir antes de falar
O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua. (Provérbios 18:13)
O estrago nas discussões entre as pessoas se dá muito mais pela não paciência em escutar o que o outro está falando, e que, sempre faz cometer àquele o papel de insensato e na sua maioria das vezes passando tremenda vergonha.
2. Responder com calma
A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)
Em momentos de discussão, quem conta até 100 consegue evitar danos maiores. Mas aquele que se atira com revolta grande e não espera com calma a resposta enfrenta a discórdia sem tamanho.
3. Ignorar o insulto
A ira do insensato se conhece no mesmo dia, mas o prudente encobre a afronta. (Provérbios 12:16)
Muitos filósofos já disseram como nos manter calmo em uma briga. Mas, Deus nos ensina que devemos nos fazer de surdos diante das injurias e dos insultos, aquilo que não absorvemos, não nos atinge e, portanto, não haverá discussão acirrada.
4. Não retrucar
A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. (Romanos 12:17)
Quer perder a razão? Faça o que diz a lei mosaica: olho por olho, dente por dente. Essa lei não nos serve para enfrentar situações críticas. Não podemos de forma alguma responder o mal com o mesmo mal, mas o correto é fazermos o que Deus quer de nós, o bom exemplo que Jesus nos deixou.
5. Tratar com respeito
O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. (Provérbios 11:12)
Deus nos orienta que o conhecimento nos proíbe de agirmos de forma a ridicularizar aquele que se encontra em uma contenda juntamente com você. A língua é mais cortante do que uma espada e muitas guerras foram iniciadas por que não houve controle sobre ela. Portanto, contenha a vontade da sua língua e evite sérios aborrecimentos em uma discussão besta.
6. Ter paciência
O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apaziguará a luta. (Provérbios 15:18)
A falta de paciência arrasta para a discórdia a todos. E quem facilmente se irrita ou se deixa irritar provoca divergências e complica as relações. Ter paciência joga água fria na fervura das brigas adversas.
7. Perdoar
Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Colossenses 3:13)
O perdão é tempero certo para todo e qualquer encerramento de discussão. Sem ele, de nada vai adiantar para se evitar futuras brigas e discussões banais. Perdoar de coração evita-se futuras contendas desnecessárias. Façamos como o Senhor nos ensinou, perdoe setenta vezes sete. Não tem fim o perdão sincero e amoroso.
Caríssimos, aí estão as dicas para que todos possam evitar brigas e discussões bestas e que sempre acabam em desagregação e algumas as vezes até em ferimentos e mortes de irmãos no Senhor. Procuremos evita-las para que possamos ter nossas consciências limpas e tranquilas.
Que a Luz e a Paz do Senhor Jesus iluminem seus corações e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa apaziguar as emoções e refrear os instintos humanos afim de evitar contendas mais acirradas. Amém?
1. Ouvir antes de falar
O que responde antes de ouvir comete estultícia que é para vergonha sua. (Provérbios 18:13)
O estrago nas discussões entre as pessoas se dá muito mais pela não paciência em escutar o que o outro está falando, e que, sempre faz cometer àquele o papel de insensato e na sua maioria das vezes passando tremenda vergonha.
2. Responder com calma
A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15:1)
Em momentos de discussão, quem conta até 100 consegue evitar danos maiores. Mas aquele que se atira com revolta grande e não espera com calma a resposta enfrenta a discórdia sem tamanho.
3. Ignorar o insulto
A ira do insensato se conhece no mesmo dia, mas o prudente encobre a afronta. (Provérbios 12:16)
Muitos filósofos já disseram como nos manter calmo em uma briga. Mas, Deus nos ensina que devemos nos fazer de surdos diante das injurias e dos insultos, aquilo que não absorvemos, não nos atinge e, portanto, não haverá discussão acirrada.
4. Não retrucar
A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens. (Romanos 12:17)
Quer perder a razão? Faça o que diz a lei mosaica: olho por olho, dente por dente. Essa lei não nos serve para enfrentar situações críticas. Não podemos de forma alguma responder o mal com o mesmo mal, mas o correto é fazermos o que Deus quer de nós, o bom exemplo que Jesus nos deixou.
5. Tratar com respeito
O que despreza o seu próximo carece de entendimento, mas o homem entendido se mantém calado. (Provérbios 11:12)
Deus nos orienta que o conhecimento nos proíbe de agirmos de forma a ridicularizar aquele que se encontra em uma contenda juntamente com você. A língua é mais cortante do que uma espada e muitas guerras foram iniciadas por que não houve controle sobre ela. Portanto, contenha a vontade da sua língua e evite sérios aborrecimentos em uma discussão besta.
6. Ter paciência
O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apaziguará a luta. (Provérbios 15:18)
A falta de paciência arrasta para a discórdia a todos. E quem facilmente se irrita ou se deixa irritar provoca divergências e complica as relações. Ter paciência joga água fria na fervura das brigas adversas.
7. Perdoar
Suportando-vos uns aos outros, e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também. (Colossenses 3:13)
O perdão é tempero certo para todo e qualquer encerramento de discussão. Sem ele, de nada vai adiantar para se evitar futuras brigas e discussões banais. Perdoar de coração evita-se futuras contendas desnecessárias. Façamos como o Senhor nos ensinou, perdoe setenta vezes sete. Não tem fim o perdão sincero e amoroso.
Caríssimos, aí estão as dicas para que todos possam evitar brigas e discussões bestas e que sempre acabam em desagregação e algumas as vezes até em ferimentos e mortes de irmãos no Senhor. Procuremos evita-las para que possamos ter nossas consciências limpas e tranquilas.
Que a Luz e a Paz do Senhor Jesus iluminem seus corações e as bênçãos do Espírito Santo de Deus possa apaziguar as emoções e refrear os instintos humanos afim de evitar contendas mais acirradas. Amém?
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