SALVAÇÃO & CARIDADE
sábado, 28 de agosto de 2021
E AÍ, O FIM DO MUNDO TÁ PRÓXIMO OU É SÓ CONVERSA FIADA?
“Eis que o dia do SENHOR vem, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a terra em assolação e destruir os pecadores dela” (Isaías 13:9).
Oi meus amados irmãos e irmãs em Cristo, hoje estou trazendo um tema super atual em tempo de Pandemia. O fim dos tempos, ou, o Dia do Senhor. Será que ele vai mesmo vir ou é só conversa fiada? Quero aproveitar aqui para deixar uma conjectura minha sobre esse assunto. Pessoalmente, eu não acho que esse Dia será visto por esta geração. Não teremos esse privilégio de ver a volta do Senhor Jesus daqui da terra.
De acordo com as Escrituras, no fim dos tempos, muitos não poderão adorar a Deus. Todos serão impedidos de glorificá-lo; de exaltá-lo e até mesmo estaremos proibidos de nos reunirmos, em nome de Jesus Cristo, para ouvir a boa palavra. Nesta época, somente para o anticristo poderá haver adoração. E, com certeza absoluta, haverá muita perseguição aos cristãos, lembrando os tempos da igreja primitiva do Senhor Jesus, chamada pelo carinhoso e enigmático nome de “Caminho”. Muitos em nome de Jesus morrerão. Os direitos mais simples e básicos serão revogados e a todos serão exigidos a renegarem o Deus Supremo da Criação.
No dia do SENHOR, ao mesmo tempo, e em todo o planeta – não em algum seleto lugar – mas em toda a extensão da terra (Mateus 24:27), Deus estremecerá os Céus e o planeta se moverá em seu próprio eixo (Isaías 13:13), causando terremotos devastadores, grandiosos maremotos que farão as águas do mar invadirem lugares da terra e altos montes dantes distantes das praias (Lucas 21;11 – Apocalipse 16:18). Muitos, milhões, bilhões de pessoas hão de padecer neste evento apocalíptico.
Mas, mesmo diante de tamanha devastação, mortes e sofrimentos. Mesmo diante da perspectiva dos que aqui ficarem depois do arrebatamento − cujo momento define como Deus levando para o seu convívio e proteção a sua igreja − de perderem a comunhão do Espírito Santo de Deus, ainda restará uma fresta de oportunidade para que àqueles que crêem no Senhor Jesus e que o invoquem, ainda possam obter a salvação (Joel 2:32).
Meus amados e amadas, quando o Criador faz uma aliança com o seu povo, Ele jamais a quebra, e o que nos promete Ele cumpre ao pé da letra.
Mas, mesmo com todos os motivos e razões que Deus possa ter para orquestrar a nossa total aniquilação, a sua misericórdia ainda prevalecerá e nos dará mais uma chance para que o nosso coração seja convertido e Ele não tenha a obrigação de ferir a sua criação com tamanha destruição (Malaquias 4:5), ou seja, o Criador enviará ao seu povo as suas duas testemunhas para cumprir esse árduo e difícil trabalho (Apocalipse 11:2-3).
Alegrem-se amados irmãos e amadas irmãs, pois o nosso longânimo Deus cumpre a risca todas as suas promessas e como tal, Ele não vai aceitar que só alguns se convertam, mas, que tenhamos a oportunidade de nos arrepender de todos os nossos erros e pecados, e, se invocarmos o seu doce e amado nome (2Pe. 3:9), obtenhamos a nossa salvação e assim restituiremos o nosso direito de viver juntos com os eleitos e todos os santos e anjos na terra sagrada, a Nova Jerusalém dos Céus (Apocalipse 21:1).
OREMOS:
DEUS amado, que as tuas misericórdias possam nos deixar aptos a sermos salvos diante de tamanho sofrimento e dores que está porvir; que JESUS, possa trazer alento e salvação a todos àqueles que Nele crêem e O aceitem; e que a comunhão do ESPÍRITO SANTO DE DEUS possa nos guiar firmes e serenos para o arrependimento de todos os nossos pecados e assim irmos juntos para a santa convivência na Nova Jerusalém. Amém!
quinta-feira, 26 de agosto de 2021
O DIABO MOSTRA O CAMINHO, MAS É VOCÊ QUEM DECIDE SE VAI OU NÃO!
“E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhas para trás de ti e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças. (...) E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.” (Gêneses 19:17;26)
Este verso nos mostra quão pesada é a punição de uma desobediência. Não importa o tamanho dela, grande ou pequena. Se formos contrários ao que o nosso Criador determinou, estaremos cometendo pecado. E a paga pelo ato de cometer o pecado é a morte (...).
Amados e amadas, todos nós, mesmo os cristãos evangélicos já cometemos pecados. Somos passivos disso, até porque está na carne e não no espírito. Mas, ao fazermos o que não é correto aos olhos do Pai e do que ele proclamou em seus mandamentos, estaremos cometendo um pecado avassalador e triste ao coração do Pai. Adão e Eva, no paraíso, comeram do fruto proibido, mesmo já tendo sido alertado pelo próprio Criador: “E ordenou o SENHOR Deus ao homem”, (Gênesis 2:15). Percebam, meus irmãos e irmãs, o Criador ordenou que o homem não comesse da fruta da árvore do Conhecimento. E qual seria a conseqüência certa se caso houvesse a desobediência a esta ordem? Continuaremos a ler: “...porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:17). Deus foi direto e enfático em avisar a eles que iriam morrer caso ousassem a desobedecê-Lo.
E o diabo, com suas armadilhas, mentiras e ilusões de uma realidade imaginaria que procura a todo custo levar o homem à perdição, fala para Eva coisas que a fizeram decidir em desobedecer o que havia sido determinado pelo próprio Deus. À Eva a serpente fala que “Certamente não morrereis”. (Gênesis 3:4). É o que Satanás sempre sussurra aos nossos ouvidos, de que com certeza não seremos punidos e que não iremos morrer por cometer um pecadozinho ou outro. Não é verdade? Somos induzidos a fazer o que não queremos, a fazermos o que é errado para satisfazer os desejos da nossa carne porque o senhor das trevas sabe perfeitamente o quanto a nossa carne é fraca e que estamos sempre a mercê de suas ardilosas artimanhas e mentiras.
Mas, devemos também saber “dar a César o que é de César” (Mateus 22:21). O diabo pode até usar de suas facetas e falcatruas para nos iludir, mas somos nós que tomamos as decisões de errar ou de desobedecer aos ditames de Deus. Estou certo ou errado? Satanás pode até nos induzir ao erro, mas somos cada um de nós que fazemos, por livre vontade e cometemos, o pecado. Pode ser duro está lendo uma afirmativa dessas. Mas, devemos arcar com as nossas responsabilidades perante o Senhor Deus, e também, termos a humildade e hombridade de reconhecer nossas falhas e nossa incapacidade de ter a força necessária para dar e dizer: BASTA!
OREMOS:
DEUS amado quero sempre obedecer aos teus mandamentos e me sentir próximo a Ti Pai; que JESUS, possa através da sua mansidão e de suas doces palavras me deixar mais sábio e fortalecido para evitar o pecado e a fraqueza da carne; e que a comunhão do ESPÍRITO SANTO DE DEUS possa a cada dia fortalecer o meu coração e assim permanecer em busca da minha salvação. Amém!
sábado, 21 de agosto de 2021
E AÍ “MANO”... VAMOS A GUERRA!?
“Preparem seus escudos, os grandes e pequenos, e marchem para a batalha! Selem os cavalos e montem! Tomem posição e coloquem o capacete! Passem óleo na ponta de suas lanças e vistam a armadura!” (Jeremias 46:3-4).
Esta palavra é poderosíssima, amados e amadas! Ela nos dá exata dimensão de como é devastadora a ação do nosso arque inimigo – Satanás, quando parte em disparada para nos atingir com suas atitudes maléficas e covardes, cheias de armadilhas e mentiras ardilosas para nos levar a perdição. Mas, Deus, nosso Pai e Criador, sempre procura nos alertar e nos mostrar como devemos nos preparar para essas terríveis investidas do mestre das desgraças.
Ele nos orienta para preparar os nossos escudos, grandes ou pequenos, não importa. Os escudos, tanto o grande quanto o pequeno, representa o tamanho da nossa fé. Ela que servirá de anteparo para que possamos conseguir nos livrar das maldições e enfrentar cara a cara as diabruras de Lúcifer, o mestre das mentiras. Assim como os soldados em tempos de guerra, utilizavam dos escudos para protegerem a cabeça, o coração e demais órgãos vitais, afim de que não fossem feridos e mortos, também assim o faremos para nos proteger quando as intermináveis investidas do diabo, que nos cerca feito um leão faminto em busca da sua presa para se alimentar, quiserem nos atingir mortalmente tal quais as flechas arremessadas ao longe. A nossa fé em Deus de que Ele, e tão somente Ele, nos trás segurança, apoio, orientação, consolo e proteção de um Pai zeloso e plenamente misericordioso, nos fará enfrentar de forma igualitária os avanços desse inimigo implacável. O Senhor Deus será sempre a nossa força e n’Ele o meu coração confia e sempre receberá ajuda (Salmos 28:7).
Graças a nossa fé, Deus nos exorta a sairmos para a batalha, ou seja, às grandes tribulações e adversidades que a vida nos impõe a cada dia, e nos orienta a enfrentar o inimigo frente a frente sem medo. Pois Ele é conosco e a ninguém temeremos e a ninguém recearemos (Salmos 27:1). Nós somos seres humanos, e por certas ocasiões somos impetuosos e agimos pela impulsividade do sangue quente que corre em nossas veias. E por agirmos sempre assim e de maneira incontrolável devemos deixar nos envolver pelas orientações poderosas da Palavra do Senhor. Portanto, Deus pede que montemos em nossos cavalos e procuremos domá-los afim que possamos lutar de maneira sóbria as inúmeras guerrilhas que nos apresentarão no percurso de nossa caminhada em nossa vida.
Olhem irmãos e irmãs, o quanto o Pai nos ama e quer cuidar de nós nos mínimos detalhes e nos diz para pegarmos o capacete e colocarmos na cabeça, pois o diabo vai querer nos atingir em cheio, e às vezes até de forma fatal, com o desejo de fazer com que não alcancemos a Salvação do Senhor em Jesus Cristo. Deus nos orienta a tomarmos posição. O que seria isso? A única posição que agrada a Deus e afasta as tormentas de satanás é colocar-se de joelhos diante do Criador. Prostrar-se diante do Senhor de forma humilde, contrita, plenamente diminuído de arrogância e do orgulho e com o espírito quebrantado muito agrada a Deus, e assim nos postamos fortes e destemidos para continuarmos a luta e assim obtermos a nossa salvação e remissão de todos os nossos pecados mediante o nosso sincero e verdadeiro arrependimento.
No Antigo Testamento havia rituais de consagração a Deus que era a unção de objetos e por vezes de pessoas que serviriam ao Senhor, com óleo ungido. Neste texto do profeta Jeremias, Deus nos dá essa orientação, ou seja, Ele nos exorta a fazermos a consagração de nós mesmos através do óleo consagrado, para enfrentarmos blindados na fé, as investidas do inimigo maior. Essa unção nos dá força e respeito no plano espiritual, de forma que teremos a ajuda necessária para nos fortalecer e nos engrandecer diante daquele que quer a qualquer custo, ditar ações e agir de forma traiçoeira o seu plano de vingança por termos ganho o direito de sermos remidos pelo sangue de Jesus.
O Criador nos ordena vestir a nossa armadura e enfrentar o inimigo com coragem. Quando o Senhor nos fala da armadura, na verdade ele nos mostra a necessidade de usá-la para podermos lutar diariamente contra as investidas do nosso maior inimigo, Satanás. Essa armadura nos fará vencedores e nos dará as defesas necessárias. Sem contar que a luta dos cristãos não é contra as pessoas que estão neste mundo, mas sim contra o governador deste sistema chamado Lúcifer.
Mesmo estando nós aparelhados e vestidos com todas as proteções devidas para enfrentarmos todas as adversidades da nossa contínua e árdua caminhada para a nossa salvação, precisamos também atentar para algo muito importante, que, se não assim o fizermos, de nada disso ira adiantar.
Seja o ágil, seja o forte, quem não tiver Deus em seu coração e alma, não poderá escapar das garras do diabo. Não terá forças e nem orientações acertadas para fugir e se livrar das punições pelo descabido uso das desculpas e mentiras, as duas ações ardilosas e prediletas de Satanás para poder influenciar negativamente a mente dos filhos de Deus. Será preciso muito mais do que agilidade e força para se distanciar do inimigo diabólico. Será preciso muita fé, disposição, perseverança e compreensão da Palavra de Deus. Nela, estão contidas todas as orientações e ensinamentos para que possamos alcançar a plenitude da liberdade e salvação.
Você quer viver onde há abundância de luz ou prefere ir para o lado sombrio das trevas, viver nas terras escuras do norte, do lado oposto ao sul ensolarado? Deus nos pede para nos afastar deste lugar e do caminho errado. E para nos felicitar pela tomada de decisão acertada o Senhor nos dará um banquete de felicitações e alegria em meio às trevas nas terras do norte para mostrar ao diabo o Seu poder e satisfação de fazermos parte da grande família do Cristo imolado e ressuscitado dos mortos que nos deu a esperança do arrependimento de nossos atos enquanto éramos escravos do pecado.
OREMOS:
DEUS amado, porque conheces tão bem o nosso coração faça com que nele possa nos dar forças e coragem; que JESUS Cristo, no ditar de suas palavras possam nos levar até águas calmas em meio as tormentas da vida; e que a comunhão do ESPÍRITO SANTO DE DEUS possa nos dar a certeza de alcançar a salvação e o livramento do pecado. Amém.
sábado, 18 de julho de 2020
Ó PAÍ Ó, DE BOAS INTENÇÕES O INFERNO ESTÁ CHEIO!!!
“O rei ordenou a Joabe, a Abisai e a Itai: ‘Por amor a mim, tratem bem o jovem
Absalão!’ E todo o exército ouviu quando o rei deu essa ordem sobre Absalão a
cada um dos comandantes”. (2 Samuel 18:5) Este é um tema muito interessante e bastante atual. “De boas intenções o inferno está cheio” é uma expressão antiga e cheia de verdades. Aqui, hoje, vamos estudar um homem perverso, um guerreiro invencível, duro, frio, forte e muito determinado. Este homem é ninguém mais do que o General Joabe, o braço direito de rei, o comandante geral dos exércitos do grande Davi. Nele havia várias falhas de caráter, a princípio era um homem confiável, mas Joabe misturava o lado bom e o lado mal que tem em cada um de nós. Contudo, ele não buscava a graça de Deus para tentar dominar essas falhas humanas, ainda que tendo expressado uma única vez na Bíblia, mesmo que fingidamente, súplicas ao altíssimo como podemos verificar neste verso: “Joabe, porém, respondeu: ‘Que o Senhor multiplique o povo dele por cem’”. (1Crônicas 21:13).
Joabe era filho de Zeruia (irmã de Davi), portanto, sobrinho do Rei; primo de Amassa (a quem matou covardemente a traição); possuía dois irmãos, também guerreiros: Abisai e Asael (morto em combate por Abner). Interessante sabermos dessas particularidades para entender que este homem tinha uma linhagem real, já que possuía parentesco próximo com o Rei Davi. Joabe buscava, obstinadamente e mesmo que por meios obscuros cheios de segundas intenções, o poder. Utilizava sempre que necessário das intrigas, da lealdade equivocada, do ciúme doentio, do orgulho elevado e da teimosia suprema que o levava às ações de vingança aos seus inúmeros desafetos. Dentre esses tinha Abner, comandante geral dos exércitos do Rei de Israel, Isboset. Em uma de suas batalhas, Abner travou um duelo mortal com o irmão mais novo de Joabe, Asael. E, que, desde este momento em diante, Joabe jurou morte para o inimigo, e assim o fez, agindo de forma premeditada e covarde, atraindo o seu oponente para uma emboscada infame.
OREMOS:
DEUS Amado que as Tuas misericórdias nos sejam entregues sempre a cada amanhecer; que JESUS nos cubra com o seu manto sagrado nos dando a possibilidade de amar os nossos inimigos como a nós mesmos; e a comunhão do ESPÍRITO SANTOS DE DEUS possa nos alegrar em sermos àqueles que iremos estar no Reino de Deus para toda a eternidade porque deixamos o bem prevalecer sobre o mal em nossas vidas. Amém.
quarta-feira, 22 de abril de 2020
DIREITOS HUMANOS – O QUE DIRIA JESUS HOJE?
Jesus vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos; e, abrindo a boca, os ensinava, dizendo:
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados de filhos de Deus; bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa” (Mateus 5:1-11 ARC).
Procuramos aqui refletir quanto a este tema polêmico e muito atual, ou seja, os direitos humanos. Muitos de nós poderemos dizer com bastante convicção que só os marginais, os bandidos, obtêm por parte desta instituição do governo e da justiça essa atenção de seus direitos desviados e não atendidos. Vemos muito hoje em dia acontecer nas chamadas “audiências de custódia” a prática de demonstrar esta atenção ao atendimento correto por parte das autoridades o direito que este ser humano possui, mas, que não soube e nem procurou atentar pelos direitos do outro humano que ele maltratou, assaltou, feriu ou matou quando do seu delito.
Caríssimos, a vida humana se tornou banal. A vida humana não possui mais, aos olhos dos homens, o mesmo valor elevado que ela tem para Deus. A vida humana se tornou um mero acaso de situações que na zona urbana ou rural as pessoas se defrontam diariamente quando estão diante dos seus algozes sanguinários e não tementes a Deus. Por que falamos “não tementes a Deus”? Simplesmente porque eles realmente não temem ao Criador. São pessoas isentas de amor, de atenção e carinho ao próximo, que se preocupam única e exclusivamente em buscar da maneira mais fácil e maléfica os recursos para as suas festas, baladas, luxo exacerbado, armamentos e munições pesadas e drogas de toda espécie para comercialização em atacado, para assim, continuarem a alimentar esse mundo de violências e desumanidades.
Jesus Cristo nos aponta no Sermão do Monte (Mt.5:1-11), um elenco de condutas que devemos atentar quando estivermos nos relacionando com as pessoas. Na verdade ele nos mostra o caminho mais curto e, ao mesmo tempo, também mais árduo, para que possamos chegar ao Reino dos Céus, e assim, sermos agradáveis ao Nosso Pai Celestial. Esse sermão ficou conhecido pelos teólogos como um tratado basilar para a igreja cristã e a maneira de como se chegar até Deus. Jesus se preocupou muito com todos aqueles que estavam passando por situações difíceis, problemas sociais, financeiros e de saúde. Ora, amados e amadas, o Cristo se preocupa com as principais áreas que norteiam qualquer sociedade. Ele se preocupa com a desigualdade social, com a falta dos direitos humanos do seu povo, que padecem e se encontram subjugados em sua própria terra por outro povo, e o que era pior, um povo pagão e incrédulo – os romanos.
Jesus se mantinha focado em dar o máximo de si àquele povo tão sofrido e massacrado. Um povo que ansiava pela chegada do Messias que poria fim aos efeitos danosos de anos e anos de desmandos e desumanidade a todos os judeus, independente de sexo, idade, posição social e crença religiosa. De acordo com o seu apostolo Mateus, Jesus foca seu discurso em quatro grupos distintos: os menos favorecidos (Mt.5:3), os excluídos sociais (Mt.5:6) e os injustiçados (Mt.5:10). E pra cada um desse grupo social ele oferece um refrigério acalentador, vejamos: os pobres serão proprietários do Reino de Deus; os que têm fome de justiça ficarão saciados; os excluídos serão alegrados e consolados; e os injustiçados não serão mais perseguidos ou condenados. Mas, da mesma forma que mostra as misericórdias de Deus, também fala aos que trazem a dor e o sofrimento às consequências dos seus atos: aos ricos o recebimento das suas consolações (Lc.6:24); aos que agora são possuidores de fartura, passarão a ter fome (Lc.6:25); aos que agora estão felizes pela desgraça dos outros haverão de se lamentar e chorar (Lc.6:25); e àqueles que hoje são idolatrados e venerados, cuidado, pois serão tratados como falsos profetas (Lc.6:26).
Naquele momento em que o filho de Deus proclamava estas diretrizes, ele não estava em campanha eleitoral. Ele estava sendo caçado e perseguido por um grupo de minoria, que se achava ameaçado naquilo que eles mais “adoravam”: poder e riqueza. Bem como na possibilidade de serem desmascarados diante do povo e, assim, desmoralizados pelo próprio povo. Parece muito semelhante aos nossos dias atuais não acham caríssimos irmãos e irmãs? Será que poderíamos dizer com toda convicção e certeza de que Jesus, se hoje estivesse entre nós, poderia ser chamado de ativista dos direitos humanos? Não desse direito humano que a politicagem enegrecida se utiliza para esconder suas falcatruas e explorar as demagogias baratas, colocando em situação de risco toda a sociedade e cidadãos honestos e trabalhadores. Estamos falando do direito justo e correto dos verdadeiros seres humanos que se encontram desamparados, injustiçados e sofridos perante aos próprios homens incorretos.
Portanto, concluímos que, em todos os tempos os menos providos, os sofredores, os que são marginalizados social e financeiramente sempre tiveram os seus direitos surrupiados e levados a sofrimentos incautos. Podemos dizer em alto e em bom som que Deus sempre esteve de olho nesses pequeninos que tanto têm suas vidas despedaçadas pela ganância, corrupção e violência, geralmente praticadas por quem deveria fazer exatamente o contrário, ou seja, oferecer o mínimo de dignidade para o sustento, garantia mínimas de sobrevivência e segurança física para toda a família. Contudo, se pegarmos a Bíblia, veremos diversas situações que mais parecem serem extraídas de manchetes de jornais diários de tão atuais que são, e que infelizmente continuará acontecendo sempre às situações em que o povo de Deus − pobre, sofredor, inconsolável e sem esperança em um futuro melhor aqui na terra − vão continuar vivenciando.
OREMOS: Ao Deus Pai que nos dê, em cada amanhecer que surge, as misericórdias do seu amor incondicional e assim podermos enfrentar todos os desafios que nos aparecem diariamente; a Jesus Cristo para que possa nos manter sempre pelo caminho da serenidade e do amor ao próximo para assim podermos ter um pouco mais de paz e tranquilidade; e ao Espírito Santo que em sua comunhão com Deus possa elevar os nossos pensamentos e ações para que aja dias melhores a todos os filhos do Criador aqui mesmo nos dias de hoje e não tão somente nos céus. Amém.
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados de filhos de Deus; bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus; bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós por minha causa” (Mateus 5:1-11 ARC).
Procuramos aqui refletir quanto a este tema polêmico e muito atual, ou seja, os direitos humanos. Muitos de nós poderemos dizer com bastante convicção que só os marginais, os bandidos, obtêm por parte desta instituição do governo e da justiça essa atenção de seus direitos desviados e não atendidos. Vemos muito hoje em dia acontecer nas chamadas “audiências de custódia” a prática de demonstrar esta atenção ao atendimento correto por parte das autoridades o direito que este ser humano possui, mas, que não soube e nem procurou atentar pelos direitos do outro humano que ele maltratou, assaltou, feriu ou matou quando do seu delito.
Caríssimos, a vida humana se tornou banal. A vida humana não possui mais, aos olhos dos homens, o mesmo valor elevado que ela tem para Deus. A vida humana se tornou um mero acaso de situações que na zona urbana ou rural as pessoas se defrontam diariamente quando estão diante dos seus algozes sanguinários e não tementes a Deus. Por que falamos “não tementes a Deus”? Simplesmente porque eles realmente não temem ao Criador. São pessoas isentas de amor, de atenção e carinho ao próximo, que se preocupam única e exclusivamente em buscar da maneira mais fácil e maléfica os recursos para as suas festas, baladas, luxo exacerbado, armamentos e munições pesadas e drogas de toda espécie para comercialização em atacado, para assim, continuarem a alimentar esse mundo de violências e desumanidades.
Jesus Cristo nos aponta no Sermão do Monte (Mt.5:1-11), um elenco de condutas que devemos atentar quando estivermos nos relacionando com as pessoas. Na verdade ele nos mostra o caminho mais curto e, ao mesmo tempo, também mais árduo, para que possamos chegar ao Reino dos Céus, e assim, sermos agradáveis ao Nosso Pai Celestial. Esse sermão ficou conhecido pelos teólogos como um tratado basilar para a igreja cristã e a maneira de como se chegar até Deus. Jesus se preocupou muito com todos aqueles que estavam passando por situações difíceis, problemas sociais, financeiros e de saúde. Ora, amados e amadas, o Cristo se preocupa com as principais áreas que norteiam qualquer sociedade. Ele se preocupa com a desigualdade social, com a falta dos direitos humanos do seu povo, que padecem e se encontram subjugados em sua própria terra por outro povo, e o que era pior, um povo pagão e incrédulo – os romanos.
Jesus se mantinha focado em dar o máximo de si àquele povo tão sofrido e massacrado. Um povo que ansiava pela chegada do Messias que poria fim aos efeitos danosos de anos e anos de desmandos e desumanidade a todos os judeus, independente de sexo, idade, posição social e crença religiosa. De acordo com o seu apostolo Mateus, Jesus foca seu discurso em quatro grupos distintos: os menos favorecidos (Mt.5:3), os excluídos sociais (Mt.5:6) e os injustiçados (Mt.5:10). E pra cada um desse grupo social ele oferece um refrigério acalentador, vejamos: os pobres serão proprietários do Reino de Deus; os que têm fome de justiça ficarão saciados; os excluídos serão alegrados e consolados; e os injustiçados não serão mais perseguidos ou condenados. Mas, da mesma forma que mostra as misericórdias de Deus, também fala aos que trazem a dor e o sofrimento às consequências dos seus atos: aos ricos o recebimento das suas consolações (Lc.6:24); aos que agora são possuidores de fartura, passarão a ter fome (Lc.6:25); aos que agora estão felizes pela desgraça dos outros haverão de se lamentar e chorar (Lc.6:25); e àqueles que hoje são idolatrados e venerados, cuidado, pois serão tratados como falsos profetas (Lc.6:26).
Naquele momento em que o filho de Deus proclamava estas diretrizes, ele não estava em campanha eleitoral. Ele estava sendo caçado e perseguido por um grupo de minoria, que se achava ameaçado naquilo que eles mais “adoravam”: poder e riqueza. Bem como na possibilidade de serem desmascarados diante do povo e, assim, desmoralizados pelo próprio povo. Parece muito semelhante aos nossos dias atuais não acham caríssimos irmãos e irmãs? Será que poderíamos dizer com toda convicção e certeza de que Jesus, se hoje estivesse entre nós, poderia ser chamado de ativista dos direitos humanos? Não desse direito humano que a politicagem enegrecida se utiliza para esconder suas falcatruas e explorar as demagogias baratas, colocando em situação de risco toda a sociedade e cidadãos honestos e trabalhadores. Estamos falando do direito justo e correto dos verdadeiros seres humanos que se encontram desamparados, injustiçados e sofridos perante aos próprios homens incorretos.
Portanto, concluímos que, em todos os tempos os menos providos, os sofredores, os que são marginalizados social e financeiramente sempre tiveram os seus direitos surrupiados e levados a sofrimentos incautos. Podemos dizer em alto e em bom som que Deus sempre esteve de olho nesses pequeninos que tanto têm suas vidas despedaçadas pela ganância, corrupção e violência, geralmente praticadas por quem deveria fazer exatamente o contrário, ou seja, oferecer o mínimo de dignidade para o sustento, garantia mínimas de sobrevivência e segurança física para toda a família. Contudo, se pegarmos a Bíblia, veremos diversas situações que mais parecem serem extraídas de manchetes de jornais diários de tão atuais que são, e que infelizmente continuará acontecendo sempre às situações em que o povo de Deus − pobre, sofredor, inconsolável e sem esperança em um futuro melhor aqui na terra − vão continuar vivenciando.
OREMOS: Ao Deus Pai que nos dê, em cada amanhecer que surge, as misericórdias do seu amor incondicional e assim podermos enfrentar todos os desafios que nos aparecem diariamente; a Jesus Cristo para que possa nos manter sempre pelo caminho da serenidade e do amor ao próximo para assim podermos ter um pouco mais de paz e tranquilidade; e ao Espírito Santo que em sua comunhão com Deus possa elevar os nossos pensamentos e ações para que aja dias melhores a todos os filhos do Criador aqui mesmo nos dias de hoje e não tão somente nos céus. Amém.
terça-feira, 14 de abril de 2020
NA HORA DO "APERREIO" O MEDO FAZ A DIFERENÇA
“Elias teve medo e fugiu para salvar a vida”. (1Reis 19:3)
Como pode um poderoso servo do SENHOR ter medo de uma idolatra e fugir para o deserto desesperadamente? O que deve ter acontecido para ele ter-se atormentado a ponto de ir se esconder no deserto e pedir a Deus a sua morte? Onde foi parar a tremenda coragem e força de Elias, que desafiou a rainha Jezabel e os 450 profetas de Baal?
Basta um único instante de perigo ou de dificuldades para que fiquemos desesperados e comecemos a correr para longe de tudo, e, também de Deus. Ficamos perplexos e atônitos diante dos problemas, das situações adversas e nos deixamos atingir em cheio pelo medo, pessimismo inglório e pela angustia desmotivadora.
Vamos para o fato bíblico de Elias. Não podemos entender como um servo do SENHOR tão abnegado e poderoso, conhecedor da palavra de DEUS, com fé inabalável, possa se deixar levar pela insensatez e empreenda fuga desesperada para longe da raivosa e vingativa sacerdotisa de Baal. Quando agimos da forma como Elias o fez, estamos nos distanciando e fugindo da proteção de Deus e da sua palavra que nos traz força e alimento ao espírito. Esse afastamento nos deixa apático diante da nossa fé. Ao saber das ameaças escancaradas de Jezabel, o profeta deixou que o medo o dominasse. As dificuldades em manter-se seguro e diante do perigo iminente o deixaram angustiado o suficiente para, inclusive, duvidar do poder de Deus em protegê-lo da perversa soberana de Judá.
Amados irmãos e irmãs, em nossa caminhada sempre teremos a ação devastadora do inimigo. O desejo de Satanás é querer que sempre o pecado nos domine, que as traições nos afastem do caminho correto, que o temor nos leve às prisões mais profundas, obscuras e intransponíveis da nossa falta de fé, que nos deixa inertes para tentar alargar atitudes que nos façam sermos combatentes eficientes para conseguirmos a vitória em nossa luta pela liberdade a opressão do Diabo. Foi assim que Elias se sentiu: incapaz de lutar, sem forças para enfrentar tão terrível inimigo. Mas, esse inimigo não era assim tão poderoso quanto realmente aparentava. Contudo, Elias, naquele exato instante, não soube se apegar a quem realmente poderia lhe trazer forças, conforto e reação certeira – Deus, nosso Criador – Ele nos tem como pedras preciosas e somos “a menina dos seus olhos” (Zacarias 2:8). Para tanto, Ele mesmo nos fala que: “ninguém conseguirá resistir a você todos os dias da sua vida. Assim como estive com Moisés, estarei com você; nunca o deixarei, nunca o abandonarei” (Josué 1:5). Deus nos diz claramente que jamais nos deixará ou nos abandonará a nossa própria sorte. Ele sempre estará presente e nos acompanhando de perto para que possamos enfrentar de peito aberto e cabeça erguida os perigos da nossa caminhada e das intromissões maquiavélicas do inimigo. Ele apenas nos exorta que nunca deixemos de obedecer aos seus mandamentos e estejamos sempre vigilantes e em constante oração ao Pai, porque Ele sabe que a nossa carne é fraca (Mateus 26:41).
Não devemos nos deixar levar pelo desanimo, pelo pessimismo ou pelo afastamento da palavra de Deus, pois corremos o risco certo e desastroso de deixarmos nos levar pelas influências danosas e desastrosas de Satanás, aqui, neste contexto, representado por Jezabel. Deus nos fala que não devemos temer a nada, pois sempre estará conosco (Josué 1:9), sempre que invocarmos a Deus seremos salvos (Atos 2:21).
Quando tivermos cansados de tudo, desesperados ou desmotivados, devemos buscar em Deus, em seu manancial de amor, o renovo. Pois será somente através da palavra que teremos o reforço e a fortaleza para combatermos o bom combate e assim sairmos vitoriosos, como assim foi Jesus. Quando nos alimentamos da palavra de Deus temos novo ânimo, recebemos as orientações certas de como devemos agir. Possuímos as energias suficientes para sairmos em busca das alternativas da nossa vitória, pois o Senhor dos Exércitos estará do nosso lado sempre, e por causa dessa aliança somos vitoriosos pela palavra e pelas promessas de Deus que sempre as cumpre, pois Ele é fiel. Ouvindo a voz de Deus receberemos as suas bênçãos e estaremos prontos e fortalecidos para enfrentar e carregar a nossa cruz seja que tamanho for.
Amados e amadas, que DEUS esteja sempre a nos fortalecer no espírito; que JESUS seja a força que nos leve para os caminhos da paz e do amor; e que a comunhão do ESPÍRITO SANTO DE DEUS nos leve sempre para as vitórias, nos deixando livres dos perigos e das artimanhas do inimigo, seja ele qual for. Amém.
Como pode um poderoso servo do SENHOR ter medo de uma idolatra e fugir para o deserto desesperadamente? O que deve ter acontecido para ele ter-se atormentado a ponto de ir se esconder no deserto e pedir a Deus a sua morte? Onde foi parar a tremenda coragem e força de Elias, que desafiou a rainha Jezabel e os 450 profetas de Baal?
Basta um único instante de perigo ou de dificuldades para que fiquemos desesperados e comecemos a correr para longe de tudo, e, também de Deus. Ficamos perplexos e atônitos diante dos problemas, das situações adversas e nos deixamos atingir em cheio pelo medo, pessimismo inglório e pela angustia desmotivadora.
Vamos para o fato bíblico de Elias. Não podemos entender como um servo do SENHOR tão abnegado e poderoso, conhecedor da palavra de DEUS, com fé inabalável, possa se deixar levar pela insensatez e empreenda fuga desesperada para longe da raivosa e vingativa sacerdotisa de Baal. Quando agimos da forma como Elias o fez, estamos nos distanciando e fugindo da proteção de Deus e da sua palavra que nos traz força e alimento ao espírito. Esse afastamento nos deixa apático diante da nossa fé. Ao saber das ameaças escancaradas de Jezabel, o profeta deixou que o medo o dominasse. As dificuldades em manter-se seguro e diante do perigo iminente o deixaram angustiado o suficiente para, inclusive, duvidar do poder de Deus em protegê-lo da perversa soberana de Judá.
Amados irmãos e irmãs, em nossa caminhada sempre teremos a ação devastadora do inimigo. O desejo de Satanás é querer que sempre o pecado nos domine, que as traições nos afastem do caminho correto, que o temor nos leve às prisões mais profundas, obscuras e intransponíveis da nossa falta de fé, que nos deixa inertes para tentar alargar atitudes que nos façam sermos combatentes eficientes para conseguirmos a vitória em nossa luta pela liberdade a opressão do Diabo. Foi assim que Elias se sentiu: incapaz de lutar, sem forças para enfrentar tão terrível inimigo. Mas, esse inimigo não era assim tão poderoso quanto realmente aparentava. Contudo, Elias, naquele exato instante, não soube se apegar a quem realmente poderia lhe trazer forças, conforto e reação certeira – Deus, nosso Criador – Ele nos tem como pedras preciosas e somos “a menina dos seus olhos” (Zacarias 2:8). Para tanto, Ele mesmo nos fala que: “ninguém conseguirá resistir a você todos os dias da sua vida. Assim como estive com Moisés, estarei com você; nunca o deixarei, nunca o abandonarei” (Josué 1:5). Deus nos diz claramente que jamais nos deixará ou nos abandonará a nossa própria sorte. Ele sempre estará presente e nos acompanhando de perto para que possamos enfrentar de peito aberto e cabeça erguida os perigos da nossa caminhada e das intromissões maquiavélicas do inimigo. Ele apenas nos exorta que nunca deixemos de obedecer aos seus mandamentos e estejamos sempre vigilantes e em constante oração ao Pai, porque Ele sabe que a nossa carne é fraca (Mateus 26:41).
Não devemos nos deixar levar pelo desanimo, pelo pessimismo ou pelo afastamento da palavra de Deus, pois corremos o risco certo e desastroso de deixarmos nos levar pelas influências danosas e desastrosas de Satanás, aqui, neste contexto, representado por Jezabel. Deus nos fala que não devemos temer a nada, pois sempre estará conosco (Josué 1:9), sempre que invocarmos a Deus seremos salvos (Atos 2:21).
Quando tivermos cansados de tudo, desesperados ou desmotivados, devemos buscar em Deus, em seu manancial de amor, o renovo. Pois será somente através da palavra que teremos o reforço e a fortaleza para combatermos o bom combate e assim sairmos vitoriosos, como assim foi Jesus. Quando nos alimentamos da palavra de Deus temos novo ânimo, recebemos as orientações certas de como devemos agir. Possuímos as energias suficientes para sairmos em busca das alternativas da nossa vitória, pois o Senhor dos Exércitos estará do nosso lado sempre, e por causa dessa aliança somos vitoriosos pela palavra e pelas promessas de Deus que sempre as cumpre, pois Ele é fiel. Ouvindo a voz de Deus receberemos as suas bênçãos e estaremos prontos e fortalecidos para enfrentar e carregar a nossa cruz seja que tamanho for.
Amados e amadas, que DEUS esteja sempre a nos fortalecer no espírito; que JESUS seja a força que nos leve para os caminhos da paz e do amor; e que a comunhão do ESPÍRITO SANTO DE DEUS nos leve sempre para as vitórias, nos deixando livres dos perigos e das artimanhas do inimigo, seja ele qual for. Amém.
domingo, 12 de abril de 2020
EM TEMPO DE ISOLAMENTO, SAIBAMOS O EXATO SENTIDO DA PÁSCOA!
“E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao SENHOR; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.” (Êxodo 12:14 ARC)
Meus irmãos e irmãs em Cristo, vamos procurar refletir um pouco mais sobre como devemos festejar esta data tão importante para o cristianismo primitivo e contemporâneo.
Somos sabedores, de acordo com este verso acima exposto, que a Páscoa fora instituída pelo próprio Deus, e repassado instruções por Moises aos hebreus daquela época, mesmo eles ainda estando em terras egípcias. Porém, neste mesmo versículo podemos perceber algumas orientações importantes que podem passar por despercebidas por alguns, ou talvez não, mas mesmo assim iremos aqui expô-las, são elas: 1. que a partir daquele dia nada daquilo que aconteceria naquela noite poderia ser esquecido por nenhum hebreu que viveu o cativeiro, e, que a liberdade a eles dada fora condicionada a lamentações de muitos e do sofrimento na dor da perca dos entes queridos de outros; 2. que a celebração daquele momento em diante deveria ter um único a quem adorar e celebrar, que é tão somente ao SENHOR – Nosso Criador – e não a nenhum outro, seja em sentimento ou cobiça de sintonia unilateral de gostos e adorações paralelas, que, nos dia de hoje nós poderíamos relacionar à obtenção de presentes de objetos de desejos altamente viciosos; e 3. que essa festa, denominada de Páscoa, atravessasse gerações e gerações infinitas, sendo assim obedecida por todos como mandamento eterno para darmos como reconhecimento a Deus por tudo que Ele Fez, faz e fará em nossa existência terrena e nos céus.Triste constatação da nossa parte de que ainda se continua a comemorar não da forma como Deus nos pediu, mas sim da forma como o diabo assim o quer. Aleitando-se em dia de bebedeiras e comemorações profanas. Mas, sem dar a verdadeira importância ao ato de Jesus ao ser crucificado na Cruz e o seu sangue ter sido derramado ao chão para pagamento de dívidas, não dele mesmo, mas de todos nós, criaturas de Deus. Infelizmente, muitos desses que assim agem estão mortos espiritualmente fazendo assim com que nenhuma ligação com o Criador esteja em vigor.
Incrivelmente, podemos fazer uma linha de comparação entre o dia da instituição da primeira Páscoa com o dia em que Jesus foi crucificado (não coincidentemente na semana da Páscoa dos Judeus), ou seja, quando o Filho do Homem, considerado “Cordeiro”, foi imolado e seu sangue derramado em favor daqueles que deveriam ser libertos por todos os pecados. Foi assim que as coisas aconteceram, o fim trágico de um homem que só queria o bem de todos, que abraçava a justiça para saciar àqueles que a desejavam pelas inúmeras indiferenças da época, que exalava amor por todos os seus poros, pois na relação entre o Pai e o Filho havia muita compaixão envolvida e foi por isso que Deus deu o seu amado Filho para o sacrifício como o próprio cordeiro para a salvação de todo pecador, e a esperança de uma nova vida, pois, assim como aconteceu no grande Dilúvio em que toda a humanidade corrompida foi extinta, agora, neste instante, todos que ali se encontravam mortos pelo pecado, renasceram para uma nova vida, desde que no Cristo imolado acreditassem.
Que lindo momento esse meus queridos irmãos. Momento de reflexão da máxima dessa linda e importante passagem bíblica: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,” (1Pedro 1:3 ARC). Que por causa única da grande misericórdia do Criador que mantém pela sua criação, e de que, de agora em diante para todo aquele que crê no Cordeiro Imolado somos chamados diante de todos os anjos – filhos de Deus – e que por tamanha glória passamos a possuir a vida eterna para podermos vivê-la plenamente em uma nova existência cheia de fé e de esperança a partir da ressurreição do Cristo saindo vitorioso do mundo dos mortos e trazendo vida para todo aquele que nele crer.
Meus amados irmãos e amadas irmãs, nos dedicamos a escrever esse texto para mostrar a todos vocês a grandiosidade da Páscoa em nossas vidas. Mostrar que em tempos de isolamento social, da devassidão da doença Covid19 causada pelo coronavírus, possamos entender a profundidade da exata intenção da Páscoa, pois, acreditando no verdadeiro intuito de Deus para com os seus, saibamos distinguir entre a morte e a vida eterna que o Pai deseja que creiamos, pois somente em Jesus Cristo, na palavra proveniente do Pai, podemos herdá-la, pois ela assim nos foi dada quando fomos criados pelas mãos do Criador no momento da criação do primeiro homem e por desobediência a perdeu no mesmo instante que a cometeu.Que Deus em toda sua misericórdia possa trazer a esperança em uma vida plena e cheia de glória no seu Reino; que Jesus Cristo através do seu amor possa trazer mais e mais a verdade e a certeza de melhores dias em sua companhia; e que na comunhão do Espírito Santo de Deus possamos consumar e herdar todas as justiças que foram assim desejadas para os Filhos de Deus. Amém.
Meus irmãos e irmãs em Cristo, vamos procurar refletir um pouco mais sobre como devemos festejar esta data tão importante para o cristianismo primitivo e contemporâneo.
Somos sabedores, de acordo com este verso acima exposto, que a Páscoa fora instituída pelo próprio Deus, e repassado instruções por Moises aos hebreus daquela época, mesmo eles ainda estando em terras egípcias. Porém, neste mesmo versículo podemos perceber algumas orientações importantes que podem passar por despercebidas por alguns, ou talvez não, mas mesmo assim iremos aqui expô-las, são elas: 1. que a partir daquele dia nada daquilo que aconteceria naquela noite poderia ser esquecido por nenhum hebreu que viveu o cativeiro, e, que a liberdade a eles dada fora condicionada a lamentações de muitos e do sofrimento na dor da perca dos entes queridos de outros; 2. que a celebração daquele momento em diante deveria ter um único a quem adorar e celebrar, que é tão somente ao SENHOR – Nosso Criador – e não a nenhum outro, seja em sentimento ou cobiça de sintonia unilateral de gostos e adorações paralelas, que, nos dia de hoje nós poderíamos relacionar à obtenção de presentes de objetos de desejos altamente viciosos; e 3. que essa festa, denominada de Páscoa, atravessasse gerações e gerações infinitas, sendo assim obedecida por todos como mandamento eterno para darmos como reconhecimento a Deus por tudo que Ele Fez, faz e fará em nossa existência terrena e nos céus.Triste constatação da nossa parte de que ainda se continua a comemorar não da forma como Deus nos pediu, mas sim da forma como o diabo assim o quer. Aleitando-se em dia de bebedeiras e comemorações profanas. Mas, sem dar a verdadeira importância ao ato de Jesus ao ser crucificado na Cruz e o seu sangue ter sido derramado ao chão para pagamento de dívidas, não dele mesmo, mas de todos nós, criaturas de Deus. Infelizmente, muitos desses que assim agem estão mortos espiritualmente fazendo assim com que nenhuma ligação com o Criador esteja em vigor.
Incrivelmente, podemos fazer uma linha de comparação entre o dia da instituição da primeira Páscoa com o dia em que Jesus foi crucificado (não coincidentemente na semana da Páscoa dos Judeus), ou seja, quando o Filho do Homem, considerado “Cordeiro”, foi imolado e seu sangue derramado em favor daqueles que deveriam ser libertos por todos os pecados. Foi assim que as coisas aconteceram, o fim trágico de um homem que só queria o bem de todos, que abraçava a justiça para saciar àqueles que a desejavam pelas inúmeras indiferenças da época, que exalava amor por todos os seus poros, pois na relação entre o Pai e o Filho havia muita compaixão envolvida e foi por isso que Deus deu o seu amado Filho para o sacrifício como o próprio cordeiro para a salvação de todo pecador, e a esperança de uma nova vida, pois, assim como aconteceu no grande Dilúvio em que toda a humanidade corrompida foi extinta, agora, neste instante, todos que ali se encontravam mortos pelo pecado, renasceram para uma nova vida, desde que no Cristo imolado acreditassem.
Que lindo momento esse meus queridos irmãos. Momento de reflexão da máxima dessa linda e importante passagem bíblica: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,” (1Pedro 1:3 ARC). Que por causa única da grande misericórdia do Criador que mantém pela sua criação, e de que, de agora em diante para todo aquele que crê no Cordeiro Imolado somos chamados diante de todos os anjos – filhos de Deus – e que por tamanha glória passamos a possuir a vida eterna para podermos vivê-la plenamente em uma nova existência cheia de fé e de esperança a partir da ressurreição do Cristo saindo vitorioso do mundo dos mortos e trazendo vida para todo aquele que nele crer.
Meus amados irmãos e amadas irmãs, nos dedicamos a escrever esse texto para mostrar a todos vocês a grandiosidade da Páscoa em nossas vidas. Mostrar que em tempos de isolamento social, da devassidão da doença Covid19 causada pelo coronavírus, possamos entender a profundidade da exata intenção da Páscoa, pois, acreditando no verdadeiro intuito de Deus para com os seus, saibamos distinguir entre a morte e a vida eterna que o Pai deseja que creiamos, pois somente em Jesus Cristo, na palavra proveniente do Pai, podemos herdá-la, pois ela assim nos foi dada quando fomos criados pelas mãos do Criador no momento da criação do primeiro homem e por desobediência a perdeu no mesmo instante que a cometeu.Que Deus em toda sua misericórdia possa trazer a esperança em uma vida plena e cheia de glória no seu Reino; que Jesus Cristo através do seu amor possa trazer mais e mais a verdade e a certeza de melhores dias em sua companhia; e que na comunhão do Espírito Santo de Deus possamos consumar e herdar todas as justiças que foram assim desejadas para os Filhos de Deus. Amém.
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